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Bassan fala em colocar a cidade no século 21, em entrevista ao vivo à Gazeta de Rio Preto

Nesses pouco mais de 30 dias para a eleição, o médico disse que pretende utilizar as redes sociais para chegar até o eleitor;

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O médico Paulo Bassan, candidato a prefeito de Rio Preto pelo PRTB, foi o segundo a ser sabatinado pela Gazeta de Rio Preto. Os dez candidatos serão entrevistados ao longo dos próximos dias. Ontem foi a vez de Rogério Vinicius, da Democracia Cristã. Amanhã será a vez da Coronel Helena, do Republicanos.

O candidato do PRTB disse que começou a militar politicamente na esteira das manifestações populares para derrubar a presidente Dilma, PT. 

Conservador, Paulo Bassan é bolsonarista declarado e chegou a dirigir o PSL quando o presidente era filiado. “Quando ele saiu, eu saí junto”, explica.

Escolheu o PRTB, partido do general Hamilton Mourão, porque ele tem como lema Pátria e Família e, portanto, mais se assemelha as bandeiras levantadas por Bolsonaro.

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Médico, ele critica a forma como o governador João Dória, PSDB, tratou a pandemia de Covid-19 no início. Acredita que ele devia ter regionalizado o combate à doença. “Ele tratou todo mundo igual quando as situações eram diferentes”, disse.

Ele também criticou o prefeito Edinho Araújo, MDB. Disse que por ser uma liderança regional deveria ter reunido os prefeitos da região e ido a São Paulo explicar que a abordagem na região tinha que ser outra.     

Um questionamento que se faz e ele respondeu na live é sobre seu plano de governo. Ele chama de pilares. Entre eles, um conjunto de metas para tirar Rio Preto do século 20 e colocá-la no século 21. Um desses pilares é ampliar a base econômica. Ele não explicou como se faz, mas acredita ser possível. A ampliação da base econômica é trazer ou ampliar setores que usam mão de obra qualificada e paga bem seus funcionários.

Bassan falou ainda sobre suas relações com a deputada federal Carla Zambelli, o deputado Coronel Tadeu e o vice-presidente General Mourão. Por causa da agenda ele não crê na vinda do vice para apoiá-lo. Acredita que deverá ter um vídeo.

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Nesses pouco mais de 30 dias para a eleição, o médico disse que pretende utilizar as redes sociais para chegar até o eleitor; que tem uma equipe definida, mas não pode anunciar nomes e que as multas aos empresários podem ser legais, mas são injustas.

Ele ainda avalia o governo Edinho. Diz que ele chama para si as críticas porque está no poder há muito tempo. Citou a palavra “dinastia”. É contra críticas gratuitas ao prefeito, mas afirma que tudo na administração é da responsabilidade dele.

Para assistir a entrevista na íntegra, clique aqui. 

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