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Presidente da Câmara acredita que o vice de Edinho deve ser de um dos partidos que o apoiam

Pauléra lista os partidos que dão apoio ao prefeito na Câmara, mas diz que o vice é de livre escolha e tem que ser uma pessoa de confiança do prefeito

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Paulo Pauléra, PP, defende que o candidato a vice-prefeito na chapa a reeleição do prefeito Edinho Araújo, MDB, deve ser escolhido entre os partidos que formam a sua base de sustentação na Câmara Municipal, e que já declararam o apoio à sua reeleição. Os partidos da base são o PP, o Patriotas, o PSD, o PTB e o próprio MDB. Pauléra é o atual presidente da Câmara e do diretório municipal do Partido Progressista. O PP não vai lançar candidato a prefeito e antecipou apoio a Edinho.

Em primeiro lugar, diz Pauléra, “vice não se impõe”. “Ele deve ser de extrema confiança e escolhido pelo candidato”. No caso, da confiança do prefeito Edinho Araújo. Além dos partidos que fazem parte da base, Pauléra diz que podem se juntar ao grupo o DEM, do vice-governador Rodrigo Garcia, presidido em Rio Preto por Roberto Toledo, e o PL, do vereador Fábio Marcondes.

O presidente da Câmara cita vários nomes que estão nesses partidos. Lembra que ele mesmo tem uma trajetória política que o credencia: foi secretário duas vezes, vereador há rês legislaturas e duas vezes presidente da Câmara. Mas, lembra que o seu partido tem também um outro nome de peso na cidade: o empresário proprietário do Mercadão dos Tratores, Osmair Guareschi. Diz que qualquer político deseja compor uma chapa com o atual prefeito. “São 40 anos de aprovação popular”. O PP é o terceiro maior partido do país. Isso garante tempo de TV e Fundo Partidário.

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Pauléra, no entanto, enumerou outros nomes de outras legendas que são da base de apoio ao prefeito. E lembrou que ele está próximo do DEM de Rodrigo Garcia e pode ter Orlando Boçone como vice. Mas não descartou que Bolçone saia a prefeito e tenha Fábio Marcondes como vice.

Composição

Na verdade, o nome do vice sempre passa por uma composição que dê à chapa maior tempo de TV e, nessa eleição, dinheiro do Fundo Partidário. Essa é a primeira eleição com financiamento público. Por isso, o prefeito pode se juntar a uma agremiação que o apoia e tenha essas características de uma agremiação que não o apoia. Além de trazer ao grupo tempo de TV e o Fundo Partidário ele tira da disputa alguém que pode causar problema nas intenções de voto. Portanto, qualquer especulação sobre o assunto é precipitada. O cenário político e as pesquisas vão indicar qual será a estratégia que o prefeito vai adotar para a disputa de 2020.

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