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Câmara Municipal pode instalar CEI para investigar Fake News contra vereadores

Notícias mentirosas teriam partido do gabinete do vereador Anderson Branco, PL; a comissão quer saber se o funcionário tomou a decisão por contra própria ou teve um mandante

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Uma Comissão Especial de Inquérito, CEI, deve investigar denúncias da vereadora Cláudia De Giuli, MDB, contra um funcionário que trabalha no gabinete do vereador Anderson Branco, PL, por espalhar “Fake News”. Ele teria utilizado o computador do gabinete de Anderson Branco, PL, para espalhar uma campanha contra os vereadores Cláudia De Giuli, MDB, Marco Rillo, PT, Renato Pupo, PSDB e Pedro Roberto, Patriotas. 

Na sessão da terça-feira passada, o vereador Anderson Branco apresentou uma moção de repúdio ao governador João Dória, PSDB. Branco acusa o governador de quebrar os comerciantes, empresários e trabalhadores por causa da imposição do isolamento social. Os vereadores rejeitaram a moção. A partir desse momento, começou uma campanha contra os vereadores que votaram contra, pelas redes sociais.

A vereadora De Giuli juntou material afirmando que os ataques mentirosos partiram do gabinete de Anderson Branco. Os cartazes atacam os vereadores afirmando que eles são contra a população de Rio Preto. Utilizando o Estatuto dos Servidores Públicos do Município, que proíbe esse comportamento dos funcionários, ela pede uma investigação. 

A CPI vai tentar descobrir se o funcionários atuou por conta própria ou se ele recebeu ordem para fazer os cartazes e espalhar as Fake News. Um vereador tem todo o direito de votar a favor ou contra uma proposta com a qual ele não concorda. Mas os cartazes acusam os vereadores de ficarem contra o povo paulista, especificamente, de Rio Preto. Uma CPI é automaticamente instalada ao receber cinco assinaturas. Até agora pela manhã ela tinha quatro. Mas existe a promessa de que outros vereadores que votaram contra a moção de repúdio ao governador também assinem.

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Caso isso aconteça, ela deverá ser lida na sessão dessa terça-feira, dia 2, e, posteriormente, o presidente da Câmara Paulo Pauléra, PP, faz o sorteio dos membros que farão parte do grupo de investigação. A CPI pode propor desde uma simples advertência à demissão do funcionário. Se houver mandante, e se ele for vereador, ele também pode ser advertido, suspenso ou cassado.

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