Política
Em depoimento, Guarda-Municipal nega abuso de autoridade
CPI investiga supostos atos arbitrários da cúpula da Guarda-Municipal de Rio Preto
A Comissão Especial de Inquérito, CPI da Guarda, que investiga supostos abusos por parte da Corregedoria da Guarda Municipal de Rio Preto colheu nesta terça-feira, 14, o depoimento do agente Valdecir José Carmelo, que negou aos vereadores que integram a comissão que exista “abuso na conduta do corregedor”.
“Entendo que (corregedor) age pautado pela lei e com apoio da Procuradoria do Município, e que a posição firme do corregedor é necessária para o bem da instituição.” O guarda disse acreditar que, se houve perseguição, foi em gestões passadas, e citou como exemplo as escalas de plantão fixas, em que guardas seriam “esquecidos” em postos de plantão “sacrificantes”.
“No começo desta gestão os próprios guardas solicitaram o fim das escalas fixas, o que melhorou o ambiente de trabalho. Por isso não vejo perseguição”, afirmou. A CEI da Guarda é composta pelos vereadores Renato Pupo (PSD), Paulo Pauléra (PP), José Carlos Marinho (PSB) e Renan Marino (PRP). O grupo investiga possíveis abusos de autoridade cometidos pela direção da Guarda. A investigação foi aberta após o presidente da Associação dos Agentes Municipais, Alexandre Montenegro, entregar dossiê relatando episódios internos que em tese poderiam contrariar a conduta do corregedor.
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