Redes Sociais

Política

Edinho vai descontar dia de servidor que aderir à paralisação

O prefeito de Rio Preto informou que vai descontar o dia de servidores públicos que aderirem à paralisação nacional contra as reformas Trabalhistas e da Previdência, propostas pelo governo Michel Temer (PMDB), e ainda em votação no Congresso Nacional

Publicado há

em

Ads

O prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo (PMDB), informou que vai descontar o dia de servidores públicos que aderirem à paralisação nacional contra as reformas Trabalhistas e da Previdência, propostas pelo governo Michel Temer (PMDB), e ainda em votação no Congresso Nacional. Segundo o chefe do executivo local, “sexta-feira é dia de expediente normal”. O prefeito declarou ainda que o governo municipal é contrário à manifestação. Temer e Edinho são aliados de longa data. Foi o então vice-presidente quem indicou o agora prefeito de Rio Preto para chefiar a Secretaria dos Portos em 2014, ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). A Prefeitura defendeu também que o fato de não haver aulas na rede municipal nesta sexta-feira, dia 28, não tem relação com a greve. De acordo com a assessoria de Edinho, os profissionais da Educação Municipal participam de reunião pedagógica que já estava prevista há dias. Ainda segundo o informe, as creches devem funcionar em horário normal.

Em Rio Preto, serão realizados dois atos contra as reformas. O primeiro está previsto para começar às 8h30 com concentração em frente à Câmara e caminhada até o Calçadão. O segundo será a partir das 16h, em frente à agência do INSS na avenida Bady Bassitt, de onde sairá uma caminhada até o terminal de ônibus urbano. Procurado, o Sindicato dos Motoristas de Rio Preto, – que está funcionando sob intervenção judicial – informou à Gazeta que não vai comandar nenhuma paralisação da categoria, mas que os profissionais podem decidir, por conta própria, aderir ao movimento.

Bandeiras

As manifestações convocadas para todo o Brasil têm como objetivo protestar contra as reformas da Previdência e Trabalhista que, na visão dos manifestantes, vão reduzir direitos consagrados pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e implantar um modelo injusto de Seguridade Social que penalizará os mais pobres. O governo federal, autor das propostas de reforma, defende que sem as mudanças na Previdência, a economia do país vai “quebrar” ao longo da próxima década. Sobre a reforma trabalhista, Temer declarou que a medida vai “modernizar o sistema nacional” e “trazer mais segurança aos trabalhadores”.

Ads

São Paulo

Na capital paulista, categorias como bancários, ferroviários, motoristas de ônibus, aeroviários e metroviários já anunciaram que vão aderiam à paralisação. Na tentativa de diminuir o efeito da greve geral sobre o serviço público, o prefeito paulistano, João Dória (PSDB), negociou parceria com os aplicativos de transporte Uber e 99 Taxi para oferecer transporte gratuito aos servidores municipais nos trajetos de ida e volta até o local de trabalho. Dória também avisou que vai descontar o dia de trabalho dos servidores que aderirem ao movimento.

Convocação

Os deputados petistas da região, João Paulo Rillo (de Rio Preto) e Beth Sahão (de Catanduva), publicaram vídeos nas redes sociais convocando a população a participar dos atos contrários as reformas. “É uma chance de mostrar ao governo que o Brasil está atento a esse golpe que o (presidente) Michel Temer quer dar na classe trabalhadora do nosso país”, disse Rillo.

Deixe um comentário

Responder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

AS MAIS LIDAS