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Promotor pede cassação de Francisco Júnior

Segundo a denúncia, vereador teria oferecido o auxílio-atleta para pessoas que não praticavam nenhum esporte em troca de votos

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O promotor Cláudio Santos de Moraes pediu na Justiça a condenação do vereador Francisco Júnior (DEM) por improbidade administrativa. Se condenado em segunda instância, ele poderá perder o mandato. Francisco foi secretário de Esportes de janeiro de 2014 a março de 2016, por improbidade administrativa.

Moraes afirma na ação que o agora vereador transformou o Programa Auxílio-atleta em “Programa de Assistencialismo Financeiro-eleitoreiro”. Ou seja, segundo a denúncia, o benefício era oferecido em troca de votos na eleição para a Câmara.

O promotor sustenta que pessoas que não eram atletas foram contempladas com o benefício. Fernando Reis Alves, que assumiu o comando da pasta quando Júnior deixou o cargo para poder ser candidato a vereador , também é alvo da ação. O MP pede que ambos sejam condenados a pagar multa equivalente a cem vezes o salário da época em que comandavam a secretaria – algo em torno de R$ 130 mil. Junior nega todas as acusações

CPI

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Ex-assessor da Câmara afirmou nesta terça-feira, 25, à comissão que investiga o auxílio-atleta no Legislativo que, apesar de seu nome constar como membro do conselho formado para avaliar a destinação dos benefícios, ele nunca assinou nenhum documento e tampouco participou de reuniões para avaliar atletas.

Em entrevista à Gazeta, o vereador Marco Rillo (PT) disse que a comissão poderá entregar o relatório final ao Ministério Público pedindo punição para o ex-secretário.

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