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Secretaria de Saúde removeu lixo de 89 imóveis de risco sanitário em 2015

Foram retiradas um total de 850 toneladas de material inservível (tipo de material que não tem utilidade e, em caso de chuva, pode acumular água), quantidade já é maior que a retirada de outros 78 imóveis ao longo de 2014 quando foram recolhidas 342 toneladas de casas consideradas de risco sanitário

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A Secretaria de Saúde de Rio Preto realizou a limpeza e retirou materiais que poderiam se tornar potenciais criadouros do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, de 89 imóveis considerados de risco sanitário, ao longo de 2015.

Dos 89 imóveis, segundo o biólogo e gerente do Departamento de Vigilância Ambiental, Abner Henrique Alves, foram retiradas um total de 850 toneladas de material inservível. “Inservível é todo tipo de material que não tem utilidade e, em caso de chuva, pode acumular água e se tornar criadouro para o Aedes”, explica.

A quantidade já é maior que a retirada de outros 78 imóveis ao longo de 2014 quando foram recolhidas 342 toneladas de casas consideradas de risco sanitário. A ação faz parte do Plano de Contingência contra a Dengue. “Ao receber a denúncia ou por meio de visitas de agentes de saúde no trabalho de campo, ao se deparar com imóveis de risco sanitário, a Secretaria de Saúde identifica o proprietário e o mesmo é notificado para que seja realizada a limpeza do local”, afirma Alves.

Caso o proprietário não efetue a limpeza, mas concorde com a mesma, a Secretaria de Saúde, em parceria com as secretarias do Meio Ambiente e Serviços Gerais, promove a retirada do material inservível do imóvel e dá a destinação correta.

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“Nos casos em que o proprietário não é encontrado ou não concorda com a limpeza, todos os documentos comprobatórios de tentativa de contato são anexados em um processo e Procuradoria Geral do Município entra na Justiça, solicitando liminar para a limpeza do imóvel”, explica o gerente.

Dos 89 limpos em 2015, oito foram por meio judicial. Em 2014 dos 78, em 10 também foram necessárias obtenção de liminares. “Desde 2014 já foram mapeados mais de 270 imóveis, considerados de risco sanitário. O trabalho da Secretaria de Saúde é contínuo, não para, não tem época, é realizado todos os dias. O munícipe que queira denunciar situações deste tipo tem um canal direto que é o Disque Dengue, o serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas”, afirma o biólogo.

Além dessa ação, a Secretaria de Saúde tem trabalhado de forma ininterrupta, tanto na parte preventiva, com a ação das equipes que realizam vistorias em imóveis especiais, pontos estratégicos e áreas verdes, como no bloqueio e eliminação de criadouros em áreas consideradas críticas.

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