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Deolane é transferida para presídio na região de Presidente Prudente

Influenciadora e advogada foi levada para unidade no interior de SP investigada por suposta ligação com esquema de lavagem de dinheiro atribuído ao PCC

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Reprodução/ CNN Brasil
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A advogada e influenciadora digital Deolane Bezerra foi transferida na manhã desta sexta-feira (22/5) para uma penitenciária no interior de São Paulo, um dia após ser presa durante a Operação Vérnix, investigação que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Até então custodiada na Penitenciária Feminina de Santana, na capital paulista, Deolane deixou a unidade nas primeiras horas da manhã. De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), ela chegou por volta do meio-dia à Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, região de Presidente Prudente, localizada a cerca de 667 quilômetros da cidade de São Paulo.

A unidade prisional tem capacidade para 714 internas, mas atualmente abriga 873 detentas, segundo informações divulgadas pela SAP.

As investigações apontam que a influenciadora teria recebido recursos de uma transportadora supostamente vinculada ao PCC, sediada em Presidente Venceslau, no interior paulista. A polícia suspeita que os valores teriam sido utilizados em operações de ocultação e lavagem de dinheiro da organização criminosa.

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A Operação Vérnix também cita Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como principal liderança da facção e atualmente preso na Penitenciária Federal de Brasília.

Deolane foi detida em sua residência, localizada em um condomínio de luxo em Alphaville, na região metropolitana de São Paulo.

Esta é a segunda vez que a influenciadora enfrenta prisão. Em setembro de 2024, ela já havia sido alvo da Operação Integration, investigação relacionada a um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo jogos ilegais.

A defesa de Deolane ainda não comentou oficialmente a transferência para o interior paulista.

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Em nota divulgada após a prisão, os advogados afirmaram que a cliente é inocente e classificaram as medidas judiciais como desproporcionais. Segundo a defesa, a equipe jurídica pretende demonstrar a legalidade das atividades exercidas pela influenciadora na condição de advogada.

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