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Em Brasília, Edinho pede socorro para o FIT

Segundo o prefeito de Rio Preto, festival precisa ‘voltar a ser um dos maiores do país’

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Rearejar o FIT (Festival Internacional de Rio Preto) e devolver ao evento a relevância que fez da cidade referência em arte cênica no Brasil durante a primeira década deste século. Essa foi uma das principais promessas de campanha do prefeito Edinho Araújo (PMDB) e a grande aposta para atrair os votos dos artistas, assim como dos apreciadores de teatro. Porém, o primeiro ano de mandato é também de crise econômica generalizada em todo o país e a queda de receita, realidade amargada pela administração desde o primeiro dia de gestão. Diante disso, restou ao prefeito pedir socorro em Brasília. O chefe do Executivo se reuniu na quinta-feira, 16, com o ministro da Cultura, Roberto Freire, a quem pediu apoio para a realização do festival.

Apesar da proximidade política entre eles, Edinho deixou o gabinete do ministro sem que nenhum valor em dinheiro da União fosse empenhado para ao FIT. Teve de se contentar com a promessa de que a proposta será analisada. “O projeto será avaliado e vamos definir qual é a melhor forma de ajudarmos a viabilizá-lo”, afirmou Freire.

Segundo a assessoria da Prefeitura, Edinho informou ao ministro que a 17ª edição do festival rio-pretense será realizada na segunda quinzena de julho e que vai contar também, como acontece anualmente, com a parceria do Sesc. “Destaquei ao ministro Roberto Freire que o apoio do governo federal será fundamental para que o FIT volte a ser um dos mais importantes do país”, disse o prefeito.

Entrega oficial

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O ministro da Cultura ressaltou também, segundo a assessoria, a disposição da pasta em contribuir para a execução de projetos culturais de Rio Preto. Outra prioridade é a entrega oficial do CEU (Centro de Artes e Esportes Unificado) – obra do PAC que fica no bairro Nova Esperança, zona norte de Rio Preto e está praticamente concluída. Freire afirmou que o ministério dará o apoio necessário para que o CEU seja entregue o mais rápido possível à comunidade envolvida. “Vamos procurar fazer um convênio. O que tivermos de acervo de filmes, por exemplo, iremos disponibilizar à Prefeitura”, disse.

 

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