Política
Equipes da Prefeitura vão para as ruas após forte chuva
A Secretaria de Obras enviou equipes para as ruas com o objetivo de mapear os estragos
A Prefeitura de Rio Preto informa que as equipes de emergências estão nas ruas da cidade desde as 6 horas da manhã desta quarta-feira, 19, quando uma forte chuva atingiu a cidade. Coordenadores, funcionários e equipes de faxina estão fazendo a limpeza nas principais avenidas onde a lama e lixo escorreram após a forte chuva da madrugada.
Avenidas Alberto Andaló, Bady Bassitt, JK, José Munia, Murchid Homsi ficaram cobertas de lama e lixo que escorreram com a força da água.
As equipes de limpeza também estão fazendo atuando nas principais avenidas da região norte: Ernani Pires Domingues, Mirassolândia, Domingos Falavina, Antônio Antunes Junior, entre outras.
Uma equipe de limpeza já foi até a ponte que liga o residencial Rio Preto ao bairro João Paulo II, que foi trocada por ponte de concreto e está sendo finalizada. Os profissionais retiraram a lama e lixo que estavam depositados no local.
O secretário Ulisses Ramalho está percorrendo os pontos mais atingidos pelas correntezas da chuva que deixaram um rastro de lama. “Em apenas uma hora de chuva provocou muitos estragos como lama e lixo espalhados. Estamos como todo nosso efetivo nas ruas desde as 6 da manhã, mas a persistência da chuva está impedindo o trânsito e tráfego dos tratores e máquinas pás carregadeiras em algumas áreas, inclusive na fazendinha para onde são levados e depositados os lixos e entulhos”, explica o secretário de Serviços Gerais.
“Vamos continuar mobilizados e retirando o lixo e a lama das ruas e, assim que a chuva der uma trégua, as equipes retomaram a limpeza das bocas de lobo, que também ficaram cheias de lama e lixo que escorreram para as avenidas”, completa Ulisses.
Defesa Civil
O diretor da Defesa Civil de Rio Preto, coronel Carlos Lamin, afirmou que choveu 100 milímetros em uma hora na região Leste de da cidade. Nas demais, foram 50 milímetros em média. “Isso equivale a 100 litros por metro quadrado na região Leste. É muita coisa, mas, felizmente, não tivemos nenhuma ocorrência grave envolvendo risco de desabamento ou necessidade de desalojar famílias”, disse Lamin.
Segundo ele, não foi necessário para o Corpo de Bombeiros acionar a Defesa Civil, o que normalmente ocorre quando é identificado algum imóvel com risco de desabamento.
Obras
A Secretaria de Obras também enviou equipes para as ruas com o objetivo de mapear os estragos. “Nós já identificamos três pontos de alagamento, sendo um na Bady Bassitt com a Pedro Amaral, outro na rua Paquetá e também em um cruzamento do Jardim Sinibaldi”, explicou o secretário.
Segundo ele, já está em fase de conclusão a licitação para obras nesses três locais. “Quando foram feitas as Obras antienchentes, ficou faltando esses pontos. Fizemos o projeto e esperamos assinar a Ordem de Serviço em janeiro”, afirmou.
Issas afirma que o prazo de execução dos serviços nos três locais é de 180 dias. “O recurso já existe e o investimento é da ordem de R$ 4 milhões”, disse.
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