Cidades
Ruas de Fogo: Deic prende suspeito de executar jovem em Rio Preto
Investigado também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas; crime ocorreu em dezembro de 2025, no bairro Santo Antônio
A 3ª Delegacia de Homicídios da Divisão Especiaizada em Investigações Criminais (Deic) do Deinter-5 deflagrou nesta quarta-feira (21/10) a quarta fase da Operação Ruas de Fogo e prendeu um homem apontado como um dos executores do homicídio de Heitor Rogério Próspero Challa Brasil, de 18 anos. O jovem foi assassinado em 7 de dezembro de 2025, no bairro Santo Antônio, em Rio Preto.
O investigado foi localizado em um imóvel no bairro Vetorazzo, onde os policiais civis cumpriram um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça.
Durante a diligência, os agentes também encontraram uma porção de maconha em poder do investigado. A ocorrência resultou, além do cumprimento da ordem judicial relacionada ao homicídio, na autuação do homem em flagrante por tráfico de drogas.
Jovem foi perseguido e morto a tiros
O assassinato de Heitor foi marcado pela violência. Na ocasião, a vítima foi perseguida por indivíduos em uma motocicleta e atingida por diversos disparos de arma de fogo em via pública. Na tentativa de escapar dos agressores, o jovem chegou a transpor o muro da Igreja Santo Antônio de Pádua. Mesmo assim, foi alcançado pelos autores e morreu no local.
Investigação aponta disputa territorial ligada ao tráfico
No decorrer das apurações, os investigadores da Delegacia de Homicídios reuniram indícios de que o crime estaria relacionado a uma disputa territorial vinculada ao tráfico de entorpecentes. Os elementos levantados pela equipe apontaram para a atuação de um grupo criminoso estruturado, com divisão de tarefas entre os envolvidos no planejamento e na execução do homicídio.
Operação já resultou na prisão de outros envolvidos
Desenvolvida em fases sucessivas, a Operação Ruas de Fogo tem avançado na identificação, localização e captura de suspeitos de participação no assassinato. As etapas anteriores já haviam resultado na prisão de outros envolvidos, inclusive por meio de ações integradas com forças policiais de outros estados.
A quarta fase representa mais um avanço nas investigações e reforça o trabalho da Polícia Civil para aprofundar a apuração, reunir provas e buscar a responsabilização individual de todos os envolvidos no crime.
As investigações continuam, com novas diligências destinadas ao completo esclarecimento dos fatos e à localização e captura de eventuais suspeitos que ainda não foram alcançados pelas ações policiais.
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