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Na Câmara de Rio Preto, as eleições de 2020 já começaram

Vereadores aguardam a janela de transferência partidária para mudarem de partidos

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Em Rio Preto, os partidos políticos e os vereadores estão se reacomodando para as eleições marcadas para outubro do ano que vem. Eles aguardam a janela de transferência partidária para mudarem de partidos. O PSB (Partido Socialista Brasileiro) do ex-prefeito Valdomiro Lopes da Silva deve ser o mais prejudicado. José Carlos Marinho, do PSB, não vai disputar a reeleição, mas seu filho, o advogado Bruno Marinho sai em seu lugar, mas até agora negocia com o Patriotas. Outro que está deixando o PSB é o vereador Peixão. Negocia sua transferência para o MDB do prefeito Edinho Araújo. Jorge Menezes, atual PTB, está de malas prontas para o PSD de Eleuses Paiva.
O vereador Anderson Branco, ainda PL, está desalentado com a possibilidade da vereadora Márcia Caldas, do PPS, entrar no partido. Ela é presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Comércio, mesmo partido de seu amigo e presidente da Federação dos Empregados no Comércio do estado de São Paulo, deputado Federal Luiz Carlos Motta, do PL.
Branco e uma legião de colonos (candidatos que têm entre mil e mil e quinhentos votos) ameaçam deixar a legenda.
A situação do vereador Pedro Roberto – eleito pelo PRP, mas que se fundiu com o Patriota, também é delicada. Ameaçam ir para lá, além de Bruno Marinho, o vereador Zé da Academia. Pedro Roberto, no entanto, foi eleito com quase 3.500 votos. Mas se bruno Marinho conseguir transferir para si a votação do pai, pode ameaçar Pedro Roberto.
Agora, a maior surpresa pode ser Renato Pupo, atualmente no PSD. Ele foi convidado por Paulo Bassan para ir para o PSL, de Jair Bolsonaro. Neste momento, Pupo não assume, mas não descarta a mudança. 
A dúvida é qual cargo vai disputar. Se aceitar, o PSL deseja que ele seja candidato à prefeito. Na verdade, o clima no PSL não é bom, O vereador Jean Dornellas anunciou na sessão desta terça-feira, dia 20, que já é do PSL e assinou a ficha há alguns dias.  Mas uma corrente do PSL está descontente com a transferência do vereador para aquele partido.
Outra vereadora de malas prontas para deixar o nanico PMB, Cláudia de Giuli, pode seguir para o DEM. O próprio vice-governador Rodrigo Garcia fez o convite e está fazendo a articulação. Cláudia era nome certo no MDB, mas já não é mais.
 

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