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Sessão extraordinária coloca área de 95 hectares no perímetro urbano

As sessões extraordinárias desta quarta-feira é parte da força-tarefa para esvaziar a pauta de projetos que precisam ser votados em 2020

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Os vereadores aprovaram em duas sessões extraordinárias na manhã desta quarta-feira, dia 16 de dezembro, a colocação de uma nova área de 95 hectares no perímetro urbano. 

Ela faz divisa com o bairro Nova Esperança, na região norte, e segue em direção à Mirassolândia e Ipiguá. 

O projeto provocou muita discussão. Marco Rillo, Psol, Renato Pupo, PSDB, Pedro Roberto, Patriotas, e Jean Charles Serbeto, MDB, fizeram críticas à forma como ele foi protocolado.

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Segundo esses vereadores, ele não traz as descrições que possibilitam a identificação do local e do tamanho da área. 

Outro argumento de quem foi contra é que a revisão do Plano Diretor já contempla a colocação dessa área no perímetro urbano. A presidência da Câmara pretende votar o Plano ainda este ano. 

Verticalização

Segundo o vereador Marco Rillo, a revisão do Plano Diretor tem entre seus objetivos diminuir o crescimento horizontal e priorizar o vertical. O novo Plano autoriza a verticalização sem limite para os novos prédios. A expansão do perímetro provoca imensos custos à cidade. Um novo bairro exige o sistema de distribuição de água, nova rede elétrica, a construção de escolas, creches, unidades de saúde, área de lazer, entre outros serviços fundamentais.  

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Rillo disse que Israel Cestari quer acabar com a expansão do perímetro para a cidade deixar de ter custos vultuosos para atender a um pequeno número de pessoas.  A verticalização usa a estrutura já existente. 

Embora não tenha nominado, Rillo revelou que em pouco tempo Rio Preto colocou 10 novas áreas no perímetro urbano. 

Na defesa do projeto, Jean Dornellas disse que Rio Preto tem um déficit habitacional de 14 mil casas e que é hipocrisia impedir novas áreas no perímetro.

Extraordinárias

No próximo sábado, dia 19 de dezembro, a Câmara realiza 4 sessões extraordinárias a partir das 9h.  As sessões vão “limpar a pauta” de 2020. Projetos que esperam para ser votados há tempos ainda em 2020. São mais de 40 itens. 

Meia sessão

A segunda sessão extraordinária desta quarta-feira teve apenas dois itens em votação. Os outros sete já haviam sido votados em 2ª discussão na sessão do dia 9 de dezembro. 

Houve um erro na confecção da Ordem do Dia e os projetos já votados definitivamente voltaram para nova votação. Paulo Pauléra suprimiu os itens 3 ao 8º e encerrou a segunda sessão extraordinária após a votação de um projeto do vereador Jorge Menezes, PSD, que isenta os ambulantes de taxas e impostos municipais durante a pandemia.

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