Cidades
Balconista procura a polícia para fazer denuncia de ameaça feita pelo marido
Uma técnica de enfermagem também prestou queixa contra seu ex-companheiro
Duas ocorrências de violência doméstica foram registradas no último sábado em Rio Preto. A primeira delas foi registrada por uma balconista, de 24 anos. Ela procurou a Central de Flagrantes de Rio Preto na tarde do último sábado, dia 4, para prestar uma queixa contra o marido. Segundo informações do boletim de ocorrência, registrado como ameaça, dano e violência doméstica, depois de uma discussão entre o casal, a vítima teria sido ameaçada com uma faca.
A vítima contou que tem uma relação estável de 10 anos com o agressor e juntos tem um filho de 6 anos. Na tarde em questão, depois de um desentendimento, o marido, de 29 anos, ficou descontrolado e passou a ameaçar com uma faca. Ele ainda teria rasgado dois pneus do carro do casal com a faca e quabrado um televisor. A balconista conta que, para se defender, pegou um pedaço de pau. Depois da discussão o agressor saiu de casa a pé e a vítima não sabe dizer qual o seu paradeiro.
O outro caso foi registrado por uma técnica de enfermagem, de 22 anos. Ela conta que teve uma união estável de um ano e 2 meses com um tatuador, de 36 anos e que estão separados há 8 meses, pois ele é muito agressivo e descontrolado. Ela conta ainda que, quando se separaram, ela estava grávida e que hoje eles tem uma filha de 2 anos. Todo o período da gestação e o parto foi acompanhada pelo tatuador, que também fazia visitas para a criança.
Agora, devido à pandemia, os avós da criança, proibiram que o pai entrasse na casa para fazer as visitas, motivo que o levou a fazer ameaças contra os pais da ex-companheira. Um boletim de ocorrência foi registrado na cidade de Ibirá. Na tarde do último sábado o tatuador encontrou com a vítima na região Central de Rio Preto e deu dois socos nela, um atingiu seu braço e o outro a cabeça. Ele ainda teria pego da ex-companheira o aparelho de celular e a quantia de R$ 72 em dinheiro.
As duas vítimas foram orientadas quanto ao prazo de 6 meses para representarem criminalmente contra os agressores. Os dois casos vão ser encaminhados para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Rio Preto, que vai dar andamento nas investigações.
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