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PSOL ameaça ir à Justiça para que as sessões da Câmara sejam por teleconferência

Hoje o vereador Marco Rillo, do PSOL, 64 anos, não participa das sessões porque ele pertence ao grupo de risco; decreto de Paulo Pauléra dispensa quem tem mais de 60 anos de ir às sessões

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O Diretório Municipal do PSOL pede ao presidente da Câmara que as sessões ordinárias ou extraordinárias que se realizam durante o período de quarenta e isolamento social sejam feitas por vídeo conferência.

A medida vai possibilitar a participação de todos os vereadores, incluindo os que pertencem ao grupo de risco. O partido diz que todos foram eleitos igualmente e que eles têm o direito de participar das sessões. Marco Rillo, do PSOL, de 64 anos, não está comparecendo nas sessões porque é do grupo de risco. Ele foi dispensado pelo decreto do próprio presidente da Câmara, Paulo Pauléra, PP. 

Na última sessão, o vereador Gerson Furquim Podemos, solicitou que as sessões deixassem de acontecer durante o período da pandemia. Mas seus argumentos não foram levados em conta. Alguns vereadores chegaram a dizer que era para Furquim fazer igual ao Marco Rillo. Deixar de comparecer. As ausências durante a pandemia estão justificadas e não serão descontadas fo salário.

O PSOL pede ainda que as sessões convocadas durante a pandemia discutam apenas temas ligados à Covid-19 e as regras que o município toma em relação ao assunto. O partido pede ainda que a TV Câmara e todas as redes sociais da Câmara façam as transmissões ao vivo. O documento é assinado por Luciana Fontes, presidente do diretório municipal, e alerta que pode recorrer à Justiça para garantir o direito do vereador em participar das sessões com segurança.

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