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Laudo do IML aponta que soco dado por síndico matou advogado palmeirense

Polícia Civil encerrou inquérito com duas conclusões; decisão agora é da Justiça

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O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que o advogado Celso Wanzo, de 58 anos, morreu por decorrência do soco dado por Emerson Fiamenghi, síndico do prédio em que ele morava com a família, no Jardim Pinheiros, em Rio Preto. De acordo com o laudo, Celso sofreu um traumatismo craniano encefálico.

O crime aconteceu no sábado, dia 12 de fevereiro, após a final do Mundial de Clubes. Wanzo era palmeirense e estava na sacada do apartamento quando foi provocado pelo síndico, que estava na rua. Quando desceu para conversar, ele foi agredido com um soco e caiu no chão desacordado. Celso chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital de Base após uma convulsão – ele ficou internado, mas não resistiu.

O delegado João Lafayete Sanches, do 1º Distrito Policial, informou que encerrou o inquérito que será encaminhado para a Justiça. O documento tem duas conclusões: a primeira foi de lesão corporal seguida de morte; a pena é de 4 a 12 anos de prisão. A segunda conclusão é de homicídio doloso com dano eventual. Ou seja, Emerson não teve a intenção de matar, mas assumiu o risco assim que agrediu a vítima – a pena é de 12 a 20 anos de prisão.

Cabe a Justiça agora acatar ou não. A Justiça poderá decidir se Emerson vai a Júri Popular. 

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Emerson chegou a ficar preso no CDP, mas foi liberado após receber o habeas corpus do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ele responde em liberdade.

Ao Gazeta, o advogado do síndico, Bruno Fabretti disse que “Independentemente do resultado do laudo, as circunstâncias comprovam que a intenção do Sr. Emerson nunca foi causar a morte do Sr. Celso.”

 

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