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Bandidos que furtaram joalheria em Rio Preto são condenados pela Justiça

Criminosos já fizeram vítimas em shopping de São Paulo, Goiás e Distrito FEderal

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Foram condenados pela justiça os bandidos que furtaram uma joalheria em um shopping de Rio Preto em dezembro do ano passado. A sentença condenatória dos envolvidos foi dada nesta quinta-feira (28). Três deles foram condenados a 10 anos e 2 meses de prisão, pelos crimes de organização criminosa, furto qualificado e corrupção de menores O quarto membro foi sentenciado a 5 anos e 10 meses de reclusão por associação criminosa. O quarteto poderá ser encaminhado a uma penitenciária para cumprimento da pena.

No dia 13 de dezembro de 2020 uma organização criminosa de Goiás, especializada em furtos a shopping centers, veio a Rio Preto e furtou vários produtos de uma joalheria em um centro de compras da cidade. Após várias diligências e investigações, a Delegacia de Investigações gerais (Dig) da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) identificou os membros do bando e representou pela prisão dos suspeitos, que foram detidos em Goiás e no Distrito Federal.

Na ação, os policiais civis de Rio Preto prenderam três indivíduos e representou pela apreensão do menor que participa do furto, porém esse não foi encontrado no dia, mas foi localizado posteriormente por policiais de outro estado. No decorrer das investigações a Dig identificou um quarto elemento, que fazia parte da quadrilha em outros delitos, mas que não veio a Rio Preto participar diretamente do furto. Ele também foi preso.

A condenação da Justiça da Comarca de Rio Preto é a primeira da organização. Há investigações em outras cidades e estados envolvendo a mesma quadrilha e outras ramificações. O trabalho capitaneado pela DIG pode resultar em novas condenações por crimes praticados pelos envolvidos.     

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Relembre o caso

No dia 13 de dezembro de 2020, bandidos não identificados foram até um shopping center de Rio Preto onde furtaram uma joalheria. Imagens do circuito interno de vigilância gravaram a ação dos bandidos. Um rapaz entra em uma loja que estava em reformas ao lado, sobe no teto e acessa a joalheria, rompendo a estrutura do mezanino. Dentro do comércio, o rapaz furtou uma grande quantidade de joias. Os outros membros, mais três indivíduos, ficaram na vigilância da ação do comparsa.

A 2ª equipe da Dig – Deic de Rio Preto iniciou as investigações de campo a fim de esclarecer o delito. Através de investigações foi possível identificar os quatro integrantes que agiram em rio preto. Apurou-se que o bando colocava um adolescente para agir diretamente no furto enquanto os demais, que são maiores de idade, ficavam em outras funções, visto que se o adolescente fosse detido, praticamente nada aconteceria contra ele. A equipe descobriu ainda que essa quadrilha provavelmente teria participado de uma série de furtos a centros de compras em várias outras cidades do país.

A polícia chegou até os nomes dos suspeitos e descobriu que eles eram moradores de Goiás, no entorno de Brasília. O Delegado de Polícia que preside o feito representou à Justiça pela prisão temporária dos indivíduos, que foi determinada pela Vara competente. Em seguida os policiais civis foram para Brasília e região para encontrar os membros do bando e no decorrer da última semana obtiveram êxito. Dois dos suspeitos eram moradores da cidade de Santo Antônio do Descoberto (GO). Eles foram localizados e presos. O outro averiguado tentou fugir, para Brasília, mas acabou sendo localizado e detido. O menor que participou da ação já foi identificado, mas membros de outro braço criminoso esconderam o rapaz.

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Após a prisão do trio, os policiais voltaram para Rio Preto conduzindo os autores. Eles são suspeitos de agirem em Águas Lindas (GO), duas vezes em Taguatinga (DF), Valparaíso de Goiás (GO). No Estado de São Paulo são investigados pelas ações em São Bernardo do Campo, Jundiaí, Piracicaba e Mogi-Guaçu. São especializados e em todos os casos agiam em shoppings contra joalherias e lojas de telefonia celular, causando elevado prejuízo para as vítimas. As investigações prosseguem para identificar eventuais coparticipantes nas outras cidades que eles agiram.

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