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Após dar à luz, mãe mata filho com corte no pescoço

Crime foi registrado em uma casa no Parque Industrial, na manhã desta sexta-feira, dia 3, em Rio Preto. Faca de cozinha usada durante o homicídio foi apreendida pela PM

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Rio Preto amanheceu nesta sexta-feira, dia 3, com um crime bárbaro que chocou a população. Uma mulher de 24 anos, moradora do bairro Parque Industrial, é acusada de matar o próprio filho com um corte no pescoço. De acordo com informações da Polícia Militar de Rio Preto, após dar à luz a um menino, A.B.M. teria cortado o pescoço do recém-nascido. Segundo a tenente Amália Paci, foi a própria mulher que acionou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), alegando que estava em trabalho de parto. Entretanto, não deixou a equipe entrar quando chegou até a residência. Foi então, que o Samu ligou para a Polícia Militar, que enviou uma viatura até o local. “Entramos e já encontramos a placenta na sala. Ela estava sentada na cama. Aí levantamos a colchão e encontramos o bebê morto ali debaixo”.

A tenente relata ainda que a mulher afirmou aos policiais que é homossexual e que foi vítima de estupro. “A mulher falou que não contou para a família que estava grávida porque teria sido estuprada por um tio. Não fez acompanhamento médico e nem pré-natal. E tinha decidido que a melhor forma para não contar era não aparecendo a criança”. A acusada cortou o pescoço da criança com uma faca de cozinha. “Após cortar o pescoço ela ainda deu banho no bebê e o colocou debaixo da cama”, afirmou.

A.B.M. continua prestando depoimento no plantão policial de Rio Preto. O delegado Jairo Garcia Pereira é o responsável pelo registro da ocorrência. “Ela vai responder por homicídio simples e ocultação de cadáver”, afirmou o delegado durante coletiva à imprensa, ressaltando ainda que não esboçou nenhum tipo de arrependimento durante o depoimento à polícia. Ainda segundo Pereira, a mulher foi presa em flagrante será encaminhada ao IML (Instituto Médico Legal) de Rio Preto e depois retorna à carceragem, sendo encaminhada em breve a uma cadeia pública feminina da região. (Colaborou Luciano Moura)

 

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