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Branco diz que vai cumprir quarentena e classifica pedido de Cláudia de Giuli como ‘hipocrisia’

A vereadora disse que tomou atitude como presidente da Comissão de Saúde da Câmara e obedeceu decreto legislativo que disciplina as atividades no legislativo durante a pandemia

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O vereador Anderson Branco, PL, se antecipou à decisão do plenário e decidiu cumprir o isolamento de 14 dias. Ele diz que a decisão é pessoal e que não houve qualquer pressão. A decisão vem após requerimento assinado pela vereadora Cláudia De Giuli, MDB, e pelo vereador Renato Pupo, PSDB. 

Eles pedem que a presidência da Câmara coloque o vereador em quarentena. Branco foi à São Paulo no cemitério Vila Formosa, não utilizou máscara, conversou com coveiros e entrou em covas que estavam abertas. Ela pede ainda que o vereador participe da sessão por vídeo conferência. Ele fez um vídeo mostrando tour pelo cemitério que circula nas redes sociais.

Branco disse na tarde desta sexta-feira, dia 8, que vai ficar os 14 dias em casa e que vai participar da sessão virtualmente. Mas ele classificou a atitude da vereadora como “hipocrisia”. “Eu estou bem, sem a doença, sem sintoma”. A vereadora votou contra uma moção de repúdio ao governador João Dória, PSDB, que disse que pode enviar da capital para as cidades do interior pacientes com Covid-19. “O paciente vem com seus parentes que podem transmitir a doença”, explicou.

Ele disse que concorda que pacientes de Covid-19 sejam transferidos de São Paulo para cá num caso de humanidade ou apenas quando os hospitais de lá estiverem lotados. “Os hospitais de campanha estão vazios”, garante.

Cláudia disse que tomou a decisão para preservar a população, vereadores e funcionários 

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A vereadora Claudia De Giuli esclarece que seu posicionamento é como presidente da Comissão de Saúde e se baseia no bem estar da população, dos vereadores, servidores e terceirizados. A decisão, segundo ela, está previsto no ato da Mesa Diretora, nº 5 (Decreto do legislativo que regula as atividades na Câmara durante a pandemia).

Sobre sua posição durante votação na última terça afirma que foi como enfermeira e assumiu um juramento de tratar todos os pacientes independente de crença, raça ou sexo. “Nesse sentido” o seu posicionamento é “sempre pela cautela e visando atender as recomendações das autoridades sanitárias”.

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