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Candidatos intensificam ações na reta final de campanha

Prefeituráveis e aspirantes a uma vaga na Câmara de Rio Preto apostam no bom e velho corpo a corpo para conquistar eleitores

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Faltando 10 dias para as eleições, os candidatos intensificam ações para conquistar o voto popular, principalmente dos indecisos. De acordo com as assessorias dos prefeituráveis, as principais ações estarão voltadas para o corpo a corpo para apresentar e convencer os rio-pretenses que seus candidatos possuem as melhores propostas para administrar a cidade pelos próximos quatro anos.

Serão carreatas, caminhadas, visitas, debates, reuniões e mais reuniões que fazem os dias dos candidatos agitados, pois acreditam que esse é o momento que a população tem para conhecer os projetos e expor melhorias que anseiam para a cidade.

Com as recentes mudanças na legislação eleitoral, os candidatos a prefeito também mudaram o tom da campanha nestas eleições. Os grandes comícios perderam espaço para reuniões fechadas onde o candidato tem oportunidade de conversar diretamente com o eleitor, que também consegue apresentar as principais demandas de sua comunidade

A velha máxima de que candidato “tem que gastar a sola do sapato” nunca foi tão verdadeira para candidatos a vereador como neste ano. Com gastos limitados, crise econômica, menos exposição na televisão e campanhas pulverizadas nas redes sociais, quem busca uma vaga na Câmara de Rio Preto precisa do corpo a copo com o eleitorado para se tonar conhecido e tentar ganhar votos. “Estou intensificando meus trabalhos nos bairros e em loteamentos afastados para tentar fortalecer minha campanha, pois não recebi recursos do meu partido e nem do candidato a prefeito da minha chapa, então tudo ficou mais difícil, mas continuarei trabalhando”, afirmou um dos candidatos.

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Segundo dados disponíveis no site do Superior Tribunal Eleitoral, nas eleições de outubro os rio-pretenses poderão escolher entre 269 candidatos que disputam uma das 17 cadeiras do legislativo.  O número poderia ser maior, mas 11 candidatos renunciaram após o início da campanha eleitoral. Já outros seis precisaram recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral para conseguir o registro da candidatura, enquanto que um teve o registro negado, pois não atenderia à legislação eleitoral.

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