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Confira os bastidores da política desta sexta-feira, dia 31 de janeiro

O jornalista Rubens Celso Cri traz na coluna Giro Político as principais notícias de Rio Preto e do Brasil

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No mesmo barco
O secretário municipal de Governo, Jair Moretti, defende que a Prefeitura passe a bancar 28% de contribuição patronal para a aposentadoria dos funcionários públicos. Como superintendente da Riopretyroprev, Moretti alega que tem que defender a instituição. Alinha-se ao sindicato petista. Hoje o município deposita 22%.

Alerta
O presidente da Câmara Paulo Pauléra, PP, alerta o prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, MDB, sobre a proliferação de candidaturas a prefeito. Vai provocar uma divisão na Câmara e acirrar a oposição ao governo. 

De volta
Pauléra está com dificuldades para colocar projetos em votação na primeira sessão do ano, pós-recesso, dia 4 de fevereiro. Mais de 30 aguardam pareceres das Comissões da Casa e não podem entrar na Ordem do Dia (em votação).

Até ele
Até mesmo o intransigente promotor Sérgio Clementino saiu em socorro da Prefeitura e deu parecer favorável para a assinatura de contratos entre o Município e a Constroeste.  Segundo a Lei, condenada por improbidade, ela não pode assinar contratos e realizar obras com a municipalidade.

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Mal necessário
A Constroeste foi condenada por conceder favores a integrantes do governo do ex-prefeito Valdomiro Lopes. Mas hoje é responsável por grande parte das obras em andamento no município, venceu licitações fundamentais como a do Hospital Municipal e concorre para continuar coletando o lixo. Os envelopes serão abertos em março.

Começar de novo
Se a Constroeste fosse impedida de assinar contratos com a Prefeitura de Rio Preto, várias licitações teriam que ser refeitas e o Hospital Municipal, previsto para 2021, ficaria para 2022. Ano de eleição para deputados.

É a eleição
Os técnicos da Prefeitura de Rio Preto já foram elogiados até no Palácio do Planalto. Não cometem erros. Todos os projetos são aprovados sem discussão. Mas o novo Plano Diretor que eles costuraram não agrada aos vereadores. Vai entender!

Urgente
A aprovação do novo Plano Diretor é urgente. A revisão obrigatória por Lei entra no quinto ano de atraso. Mas para os vereadores, pode ficar para o ano que vem. Enquanto isso, no mercado imobiliário, por exemplo, quem tem dinheiro para investir, guarda na caixinha e espera mais um pouquinho.

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