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Ministério público quer extinção do Gada após intervenção

Ação do MP aponta desvio de finalidade e série de irregularidades

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O Ministério Público de Rio Preto pede a intervenção e extinção do Grupo de Amparo ao Doente de Aids (Gada). Trata-se de uma ação de improbidade administrativa impetrada contra a entidade que auxilia portadores do vírus da Aids na cidade. De acordo com o MP o Gada “teve sua finalidade desvirtuada pelos que atualmente dominam sua administração, utilizando-a para obtenção de proveitos pessoais”.
No inicio deste ano depoimento de uma ex-funcionária revelou uma série de irregularidades cometidas por integrantes da entidade e vantagens pessoais em contratos firmados por meio de convênios com a Prefeitura de Rio Preto. Agora o Ministério Público solicita a condenação do fundador e ex-presidente do Gada Júlio César Caetano e  outros três advogados Rogério Vinícius dos Santos, Matheus José Theodoro e Neimar Leonardo dos Santos. Todos eles faziam revezamentos no comando do Conselho de Municipal de Saúde. Os advogados contratavam e demitiam pessoas sem justa causa, ficando com parte das verbas de rescisão, causando prejuízo aos cofres públicos.
O secretário de Saúde de Rio Preto, Aldenis Borim, criticou no inicio do ano o volume de repasse da prefeitura, na ordem de R$ 53 mil por mês. O valor era pago para que o Gada realizasse serviços jurídicos. Borim alegou que ao suspender o repasse as ações movidas contra o governo do Estado de São Paulo passaram a ser impetradas contra a Prefeitura.
Os integrantes do Gada negam quaisquer irregularidades.

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