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Observatório diz que pode acolher sugestões de Pauléra para as próximas análises

A instituição composta por empresários e trabalhadores diz que o ranking dos vereadores foi feito com base no Regimento Interno da Câmara

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O Observatório Rio Preto disse que a “métrica utilizada” na elaboração do ranking que estabeleceu pontuação para a atuação dos vereadores, no ano legislativo de 2019, foi pautada “única e exclusivamente no Regimento Interno (da Câmara) e demais registros pertencentes aos arquivos” do Legislativo. 

Na última segunda-feira, dia 6, o vereador Paulo Pauléra, PP, presidente da Câmara, contestou o peso (a pontuação) que o Observatório estabeleceu para as funções que a instituição chamou de “atividades legislativas” e “atividades de assiduidade”.

Para o Observatório, as “atividades de assiduidade” tem um peso maior que as “legislativas”. Embora reconheça a importância da vigilância da sociedade civil sobre do parlamento municipal, Pauléra acredita que as “atividades legislativas” devem ter um peso maior. 

Elas tratam do número de projetos apresentados, de suas aprovações, discussões em primeira votação, em segunda votação, número de requerimentos apresentados, de indicações (quando o vereador indica ao prefeito o que precisa ser consertado na infraestrutura urbana ou melhora nos serviços prestados por órgãos públicos) e as moções de apoio ou de repúdio.

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Pauléra ficou em sexto lugar no ranking, com 4488 pontos. Em primeiro lugar aparece o vereador Renato Pupo, do PSDB, com 6.094 pontos, seguido de Luiz Celso Peixão, MDB, com 5.073 pontos e Pedro Roberto, Patriotas, com 5.057 pontos. Os últimos colocados são José Carlos Marinho, Patriotas, com 511 pontos, e Gerson Furquim, Podemos, com 139 pontos. Pauléra assentiu que não é desonroso o sexto lugar. Pelo contrário.

Em resposta, o Observatório diz que “trata-se do primeiro estudo do gênero que um grupo de representantes da sociedade civil local, a muitas mãos e mentes dignou-se a elaborar” e que não pretende  afastar a possiblidade de “ajustes”

Os membros do Observatório sabem que “os resultados apresentados podem ter sido desconfortáveis” para alguns vereadores, mas que ele não teve o propósito de “questionar a honorabilidade” e ninguém e que está a disposição para contraditório, respeitando sobre pontos que estão sendo considerados controversos.

Ele lembra também que continuar analisando os trabalhos dos anos 2017, 2018 e 2020. Para isso, o Observatório diz esperar que os vereadores contribuam com a sabedoria (do exercício parlamentar) que eles acumularam para aperfeiçoar os métodos das análise.

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Segundo o Observatório, a avaliação foi feita objetivamente na atuação de cada vereador e que ela não visou pessoas, mas apenas a atuação parlamentar. 

Sobre a discordância do vereador Paulo Pauléra, do peso utilizado para cada ato legislativo ou de assiduidade, o Observatório diz que vai acolher “como subsídio para nossas próximas análises”.  

AVALIAÇÃO FINAL
 1º – Renato Pupo                              6094
2º – Luiz Celso Peixão                      5073
3º – Pedro Roberto                           5057
4º – Jean Charles                             4919
5º – Jean Dornelas                           4810
6º – Paulo Pauléra                           4488
7º – Zé da Academia                       4461
8º – Anderson Branco                     4286
9º – Márcia Caldas                          3917
10º – Marco Rillo                            3729
11º – Fábio Marcondes                   2769
12º – Jorge Menezes                      2478
13º – Karina Caroline                      1892
14º – Francisco Júnior                    1764
15º – Cláudia de Giuli                    832
16º – José C. Marinho                    511
17º – Gerson Furquim                    139

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