Nacional
Pesquisa de universidade faz ranking das melhores máscaras caseiras
Ela foi feita por dois professores da Universidade Federal e classificou as mais eficientes com o índice de eficácia
A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) fez um estudo e estabeleceu índices de eficiência para os vários tipos de máscaras que são usadas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Esse índice indica a eficiência das máscaras e vai de 'Muito Alta' à 'Muito Baixa'. A pesquisa sobre Eficiência de Máscaras Caseiras na Proteção de Aerosol/Vírus utilizou o método Imagem e Espectroscopia Óptica. Foi feita pelos professores Maurício e Adamo.
As mais eficientes, classificadas com eficiência “Muito Alta” são as máscaras N95, cirúrgicas (sky/Embramac), filtro de café Melita, malha cem por cento algodão, 3 camadas. As consideradas com o nível de Alta eficiência são as malha cem por cento algodão, duas camadas, Tricoline 97% algodão, duas camadas e pano multiuso, Scotch brite, 3 camadas.
As máscaras que demonstram ter uma eficiência Moderada são as produzidas com malha cem por cento algodão, uma camada, Tricoline 97% algodão, uma camada, TNT gramatura 40, três camadas e pano multiuso Scotch Brite, duas camadas. Já as pouco eficientes, que receberam as classificações de Baixo e Muito Baixo, são pano multiuso Scotch Brite, uma camada, TNT gramatura 40, duas camadas, máscara de confeiteiro e TNT gramatura 40, uma camada.
COMO USAR
A eficiência das máscaras, além do material que são feitas, depende também da forma como elas são usadas. Elas devem cobrir totalmente o nariz e a boca. Não podem ser tocadas pelas mãos. Quando o material permite, devem ser lavadas em molho com água sanitária durante 30 minutos. Devem ser trocadas a cada duas horas ou quando estão úmidas. Há países na Europa que já proíbem que as pessoas circulem nas ruas sem elas.
No Brasil elas são obrigatórias nos serviços de transporte coletivo, para profissionais de saúde e de segurança, para aqueles que manuseiam alimentos e atendentes de farmácias. Em cidades como São Luiz, no Maranhão, elas devem ser usadas nas ruas pela população. Durante a pandemia sugere-se que sejam usadas pelas pessoas que saem às ruas e em locais em que haja mais proximidade entre as pessoas.
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