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PM prende suspeitos de furtos em Rio Preto e Mirassol

Um dos envolvidos, no entanto, conseguiu fugir com joias de vítima, que terminou com grande prejuízo

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Divulgação/Ilustrativa
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A Polícia Militar de Rio Preto fez uma série de prisões e desvendou pelo menos três casos de furto nesta quarta-feira (23). Um deles aconteceu por volta de 14h30 em uma loja do calçadão. De acordo com informações do registro policial, o suspeito já havia pratico o mesmo crime no local em outra data.

Agentes declararam na Central de Flagrantes que foram informados via rádio de um possível furto em um estabelecimento na rua General Glicério. Funcionários do local contaram que o envolvido já é conhecido por um outro crime em data anterior e desconfiaram quando ele entrou e saiu rapidamente da loja carregando uma mochila preta, sendo contido por populares cerca de 200 metros adiante.

Policiais identificaram o homem, 41 anos, na posse da referida mochila, que continha uma pulseira preta, relógio pulseira preta, relógio prata, três relógios dourados e um boné, inclusive com a etiqueta da loja. Questionado, confessou os furtos das joias e também do boné, realizado em dia anterior. Recebeu voz de prisão e terminou levado para a delegacia.

O delegado de plantão ratificou a voz de prisão e o representante da empresa reconheceu os objetos, que totalizaram valor de R$ 404,93, os recebendo de volta. Ainda no local, descobriu-se que o envolvido tinha várias passagens policiais, muitas também por furto. Foi arbitrada fiança no valor de R$ 500, com pagamento não realizado. Com isso, ele foi enviado a carceragem local, onde permanece à disposição da Justiça.

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Mirassol

A cidade vizinha também foi alvo de furto na madrugada desta quarta. Uma loja do Centro teve portas arrombadas e produtos retirados pelo envolvido, 30 anos, preso em Rio Preto durante o dia. Militares informaram ao delegado que realizavam patrulhamento pelo Centro da cidade, quando por volta de 15h, receberam via WhatsApp mensagens sobre um furto ocorrido de madrugada em Mirassol, já havendo, inclusive, boletim de ocorrência registrado pela vítima, mulher de 51 anos.

Foram levados da loja roupas como saia jeans, jaqueta feminina e jaqueta jeans, além de uma caixa com semijoias contendo 38 pares de brinco, 13 pulseiras, oito correntes, 24 anéis, 11 pingentes, três tornozeleiras e três conjuntos de corrente mais par de brincos.

Na rua Voluntários de São Paulo, agentes abordaram um homem com uma maleta verde, que continha semijoias e uma sacola preta com roupas ainda etiquetadas. O suspeito estava tentando vender o material para populares que passavam por ele. Quando parou uma pessoa, acabou abordado.

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Ao ser indagado, confessou que “havia furtado de uma loja em Mirassol durante a madrugada após pular um muro, estourar a porta e levado as mercadorias. Ele estava perguntando para a testemunha naquele momento se ela sabia de alguém que poderia comprar os produtos”. A testemunha confirmou o depoimento. Imediatamente o suspeito recebeu voz de prisão, acabando apresentado na delegacia.

No local, o delegado de plantão confirmou a voz de prisão em flagrante do envolvido. A vítima compareceu e alegou que mais itens haviam sido furtados, porém, não encontrados, acreditando que seriam 12 peças de roupa e outras 28 semijoias. No depoimento, o homem, que tem passagens anteriores pela polícia também por furto, alegou “ser morador de rua e não ter residência fixa”.

Após realizar exame de corpo de delito no IML, terminou enviado à carceragem da Deic, de Rio Preto, onde aguarda decisão da Justiça. A documentação foi encaminhada à delegacia de Mirassol, que vai dar prosseguimento às investigações do caso.

Residência

Uma casa no Jardim Vetorrasso também teve uma série de objetos furtados. Por volta de 16h, foram retirados do local grande quantidade de produtos: quatro TVs (55, 50, 32 e 24 polegadas, respectivamente), duas caixas com diversas ferramentas manuais, controle remoto de televisor, carregador de celular, torneira, conjunto de facas e espeto para churrasco, sanduicheira, relógio dourado (avaliado em R$ 900), duas medalhas de ouro (R$ 1,8 mil cada), seis canetas, colar terço (avaliado em R$ 3,5 mil), corrente de elos de ouro (R$ 3,9 mil), dois anéis de ouro (R$ R$ 1 mil cada), par de brincos de ouro (avaliado em R$ 800) e uma aliança dourada (R$ 800).

Militares relataram na delegacia que realizavam patrulhamento pelo referido bairro, quando foram acionados via rádio comparecer em um imóvel devido a ocorrência de furto. Ao chegarem, notaram dois homens no telhado. Ambos saíram correndo por sobre os telhados vizinhos, sendo solicitado apoio de outras viaturas.

Um deles, que teve apenas um apelido registrado, estava escondido em uma residência na avenida Monte Aprazível. Na revista pessoal nada encontraram de ilícito. Questionado sobre a situação, o suspeito contou que “juntamente com o comparsa [novamente apenas apelido informado] entrou no imóvel pulando muro e, como não havia ninguém, estouraram a grade da janela da cozinha. Eles abandonaram as TVs no quintal, no telhado, junto com uma das caixas de ferramentas, o conjunto de churrasco e sanduicheira, além de outras ferramentas no quintal”.

De volta ao endereço do crime, a vítima, homem de 34 anos, lhes recebeu e informou que “as joias do quarto ainda estavam com o outro envolvido, ficando com prejuízo aproximado de R$ 15 mil”. Interrogado sobre o outro envolvido, o suspeito afirmou em tom de deboche “que nada falaria sobre ele”, bem como “iria dizer na audiência de custódia que foi espancado pelos policiais e assim o juiz o soltaria”.

Diante dos fatos, recebeu voz de prisão, algemas e foi levado ao plantão policial, onde a autoridade responsável confirmou a voz de prisão em flagrante. Os objetos recuperados foram devolvidos à vítima. O morador confirmou “que vários produtos não foram localizados” e calculou melhor o prejuízo, que, segundo ele, “é de R$ 23.460 mil”.

No depoimento, o suspeito afirmou “ser morador de rua, não ter residência fixa e que já tinha outras passagens policiais, inclusive pelo mesmo delito de furto”. Após passar por exame de corpo de delito, ele foi levado para a carceragem da Deic de Rio Preto, sem direito à fiança, permanecendo à disposição da Justiça e os documentos terminaram encaminhados à delegacia correspondente a área dos fatos, que vai investigar.

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