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Rio Preto investiga primeira morte de macaco em 2017

A suspeita é de que o animal tenha morrido por febre amarela. No ano passado, foram 16 notificações de macacos mortos com suspeita da doença. Em um caso foi confirmado febre amarela, em seis foram descartados e em nove não foi possível fazer exames

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A Vigilância Epidemiológica de Rio Preto confirmou na quinta-feira, dia 5, que investiga uma morte de um macaco em Rio Preto neste ano. A suspeita é de que o animal tenha morrido por febre amarela. No ano passado, foram 16 notificações de macacos mortos com suspeita da doença. Em um foi confirmado febre amarela, em seis foram descartados a doença e em nove não foi possível fazer exames porque os materiais para coleta estavam em estado avançado de decomposição. Além de Rio Preto, outras cidades da região como Adolfo, Potirendaba, Cajobi, Fernandópolis, Ibirá, Catanduva, Pindorama e Severínia já registraram mortes de macacos causadas pela doença.

Novo Horizonte nesta semana entrou em alerta para a febre amarela após um macaco ter sido encontrado morto no domingo, dia 1º, em um sítio no bairro Gonçalves. Por causa do estado avançado de decomposição do animal, não foi possível recolher materiais para exames. Por medida de precaução, os moradores próximos ao local e de bairros vizinhos foram vacinados contra a febre amarela. Em Rio Preto a vacinação contra a doença foi intensificada no bairro em que foi encontrado o macaco, entretanto não foi divulgado qual bairro do município.

Sobre a Vvacinação

A melhor forma de evitar a doença é a vacinação, disponível gratuitamente nos postos de saúde da rede pública, com intensificações quando há surtos. São aplicadas uma dose e um reforço a partir dos nove meses de idade em residentes e viajantes a áreas com recomendação de vacina. De 2000 a 2015, foram aplicadas 125 milhões de doses no país.

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Transmitida por vírus, a febre amarela provoca calafrios, dor de cabeça, dores nas costas e no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, coloração amarelada da pele e do branco dos olhos, hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20 a 50% das pessoas desenvolvem doença grave, podendo morrer por causa da doença.

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