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Tribunal de Contas quer explicações sobre aumento no valor dos corredores de ônibus

Obra iniciada por R$ 53 milhões já bate na casa dos R$ 65 milhões

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O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo solicitou oficialmente a Prefeitura de Rio Preto esclarecimentos sobre aditivos contratuais concedidos a empresa Constroeste que realiza a construção de nove corredores exclusivos de transporte coletivo. No inicio deste mês, o governo Edinho Araújo (MDB) autorizou novo aditivo de R$ 1,4 milhões para a empresa. É o sétimo reajuste na obra iniciada no governo de Valdomiro Lopes (PSB), em 2016, e que pelo contrato já deveria ter sido entregue.
Iniciada ao custo de R$ 53 milhões o valor já chega a quase R$ 65 milhões, dos quais cerca de R$ 8 milhões foram para corrigir falhas encontradas durante a execução das obras.
A Prefeitura procura os responsáveis pela demora e gastos adicionais. Uma espécie de “avaliação” de técnicos da secretária de Obras quer apontar se a culpa é da empresa que elaborou o projeto, ou da empresa que o executou de forma errada, no caso a Constroeste.

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