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Operação contra receptação fecha o cerco a ferros-velhos em Rio Preto

Fiscalização encontrou empresas funcionando irregularmente à noite e até aos domingos

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GCM Rio Preto
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Rio Preto intensificou a fiscalização sobre ferros-velhos, depósitos de sucata e estabelecimentos que comercializam materiais metálicos no município. A operação, coordenada pela Secretaria Municipal de Segurança Pública e pela Guarda Civil Municipal (GCM), realizada na noite da última terça-feira (2/6), já notificou 11 estabelecimentos por irregularidades relacionadas à nova legislação municipal.

A medida faz parte da aplicação da Lei Municipal nº 14.884/2026, criada para endurecer o controle sobre o setor e combater crimes de furto e receptação de materiais metálicos, como cabos, tampas metálicas, grades, hidrômetros e outros itens frequentemente alvo de criminosos.

Durante uma fiscalização, agentes identificaram três estabelecimentos funcionando em desacordo com as regras previstas para o período noturno. Além disso, uma pessoa física foi flagrada realizando compra de sucatas utilizando um veículo, prática também irregular segundo a legislação. Outras duas empresas foram encontradas em funcionamento no domingo, situação proibida pela nova norma municipal.

A legislação entrou em vigor em fevereiro deste ano e concedeu prazo de 90 dias para que os proprietários regularizassem suas atividades conforme as novas exigências. Segundo a prefeitura, o período foi considerado suficiente para adaptação dos estabelecimentos.

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De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, as ações de fiscalização continuarão ocorrendo de forma permanente e estratégica em diferentes regiões da cidade. Os responsáveis pelos locais autuados poderão responder administrativamente, com aplicação de multas, interdição dos estabelecimentos e outras penalidades previstas na lei.

A prefeitura afirma que o objetivo da operação é enfraquecer a cadeia de receptação de materiais de origem ilícita, considerada um dos principais fatores que alimentam furtos e prejuízos ao patrimônio público, empresas concessionárias e moradores da cidade.

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