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Rio-pretense perde quase R$ 18 mil em golpe ‘corriqueiro’

Suspeitos ‘informam’ à vítima que compras estão sendo realizadas por meio da conta dela, dando início a ação criminosa

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Getty Images/Divulgação/Ilustrativa

O golpe não é novo. Mas fez mais uma rio-pretense ficar com um enorme prejuízo financeiro nesta quinta-feira (29). A tática dos golpistas é relativamente simples: ligam para a vítima, questionam se fez alguma compra com valor alto em alguma empresa (ou loja) e quando a pessoa responde que não, informam que “tentativas de fraudes estão ocorrendo na conta dela [ou qualquer outro contexto semelhante]”. Em seguida, passam ‘orientações’ para que a pessoa, por exemplo, conteste as transações e nesse momento acabam conseguindo o dinheiro. Nesse caso, o dano ultrapassou os R$ 17 mil.

Moradora do Jardim Primavera, de 48 anos, registrou queixa de estelionato na Central de Flagrantes. Ao delegado, contou que “era por volta de 13h30, quando um homem ligou para ela e alegou que trabalhava no internet banking do banco em que possui conta e perguntou se havia comprado R$ 4.930 mil em uma loja de departamentos, em São Paulo”.

A vítima negou na mesma hora que tivesse feito tal transação. O estelionatário relatou a ela então que “em razão de suposta fraude, por questões de segurança bancária, era necessário efetuar alguns procedimentos pelo próprio aplicativo do internet banking, nos quais o banco, garantia o ressarcimento do prejuízo de R$ 997,10 por meio de um TED”.

Pensando que estava realmente conversando com algum colaborador da instituição financeira, sem desconfiar de nada, fez tudo o que o ‘atendente’ lhe sugeriu. Quando percebeu que foi induzida ao erro, descobriu que havia transferido via Pix e TED o valor total de R$ 17.763,31 mil para uma conta de pessoa física (nome feminino).

Ela foi orientada quanto ao prazo de seis meses que tem direito a processar criminalmente os envolvidos, tempo este que só passa a contar quando – e se – eles forem devidamente identificados. O caso foi registrado e encaminhado ao distrito policial correspondente a área dos fatos, onde inquérito instaurado dará início às investigações.

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