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Camila Schneck renuncia à presidência do Conselho de Cultura

Ex-presidente cita falta de diálogo institucional e sobrecarga de demandas como principais motivos para deixar o cargo

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Reprodução/Redes Sociais
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A violinista e pedagoga Camila Schneck anunciou, nesta segunda-feira (6), sua renúncia à presidência do Conselho Municipal de Políticas Culturais (CMPC) de Rio Preto. A decisão foi formalizada por meio de termo oficial encaminhado ao colegiado e à Secretaria Municipal de Cultura.

No documento, Camila aponta um cenário recorrente de dificuldades institucionais como fator determinante para sua saída. Entre os principais pontos, destaca a ausência de diálogo efetivo entre os envolvidos e a condução de tratativas que, segundo ela, passaram a comprometer o pleno exercício das atribuições da presidência.

“A decisão surge diante de um cenário reiterado de dificuldades institucionais no exercício da função, especialmente quanto à ausência de diálogo efetivo entre as partes”, afirmou.

A ex-presidente também menciona o aumento no volume de demandas e a exigência de respostas em prazos cada vez mais curtos, o que teria se tornado incompatível com sua agenda profissional.

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“Busquei exercer a função da melhor maneira, visando atingir os melhores resultados com o colegiado sobre assuntos relevantes às políticas culturais, mas não foi possível”, declarou.

Apesar da renúncia, Camila ressaltou que sua atuação foi pautada pelo compromisso com o fortalecimento da cultura e pelo respeito ao colegiado, destacando esforços para avançar em pautas consideradas estratégicas para o setor.

O Conselho da Cultura é um órgão colegiado deliberativo vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, responsável por propor, acompanhar e avaliar a execução das políticas públicas culturais do município, especialmente aquelas previstas no Plano Municipal de Cultura (PMC). Conselhos dessa natureza são instrumentos de participação social previstos na gestão pública, com função de ampliar o diálogo entre poder público e sociedade civil na formulação de políticas culturais.

Com a saída, a presidência do Conselho fica vaga e uma nova eleição deverá ser convocada para escolha do substituto, conforme o regimento interno do colegiado. Camila deve permanecer como conselheira, representando o segmento de música.

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