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Consumo de combustível cai 35% nos postos de Rio Preto

Preço alto nas bombas fez o consumo cair drasticamente, afirma Sincopetro

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O consumo de combustível caiu 35% nos postos de Rio Preto. A informação é do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo de São Paulo (Sincopetro). Segundo a corporação, a queda drástica deve-se ao preço alto nas bombas que, na cidade, já chegou a R$ 6 por litro de gasolina.

De acordo com uma pesquisa publicada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) o preço do combustível registrou salto de 1,53% na semana passada. No Estado de SP, o preço mais alto registrado pela ANP foi de R$ 6,549 o litro. No Rio o valor chegou a R$ 7,059.

Segundo o presidente da regional do Sincopetro, Roberto Uehara, não há previsão de baixa nos preços do combustível e a expectativa não é das melhores. Isso porque, segundo ele, a moeda brasileira está desvalorizada e o preço do petróleo depende da variação do dólar.

A cana-de-açúcar também está escassa no Estado de SP. “No segundo semestre a produção de Etanol vai sofrer. Há plantações de cana, mas falta insumos”, afirma Uehara.

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) confirma a informação. De acordo com a companhia, a safra de cana-de-açúcar no Estado deve apresentar redução em seu volume final, se comparada à temporada anterior.

A produção paulista está estimada em 298,7 milhões de toneladas, o que significa uma redução de 15,7% em relação ao volume colhido na safra passada. A área destinada à produção deverá sofrer decréscimo de 7,9%, ficando em cerca de 4 milhões de hectares. Já a produtividade média esperada está próxima a 72,9 mil quilos por hectare. Os dados são do 2° Levantamento da Safra 2021/22 de Cana-de-Açúcar.

Segundo a Conab, as condições climáticas têm sido fator preponderante para as avaliações da safra de cana-de-açúcar nesta temporada. Desde o início do ciclo, observa-se níveis pluviométricos abaixo do esperado em períodos importantes para o desenvolvimento da cultura, associado à irregularidade na distribuição das chuvas e às recentes incidências de geadas, que impactam no potencial produtivo das plantas.

Quanto à destinação do vegetal colhido nas unidades de produção, o indicativo é de maior direcionamento para a fabricação de açúcar (cerca de 56% do volume total de cana-de-açúcar para geração do adoçante e 44% para produção de etanol), objetivando honrar os contratos de exportação previamente acordados, além da possibilidade de aproveitamento dos preços atrativos do adoçante internacionalmente em virtude da baixa oferta global do produto.

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Quanto à área cultivada, no geral a redução foi causada pela substituição do produto por graníferas, como soja e milho. São Paulo foi o estado que apresentou a maior redução neste quesito. Contudo, continua sendo o maior produtor de etanol no Brasil e também o maior consumidor do produto.

 

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