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PM que venceu leucemia faz campanha por hemocentros móveis em Rio Preto

Sobrevivente da leucemia, Major Anderson Nunes, da Polícia Militar de Rio Preto, pede apoio da população e espera que o pedido chegue ao governador de SP, Tarcísio de Freitas

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Instagram/ @batalhapelavida_
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O major da Polícia Militar de Rio Preto, Anderson Ferreira Nunes, que sobreviveu à leucemia (um tipo de câncer que se origina na medula óssea) está à frente de uma mobilização em defesa da doação de sangue e do cadastro de medula óssea. Coordenador da campanha “Doar é Legal – Batalha pela Vida”, ele luta há mais de uma década para conscientizar a população sobre a importância da doação.

Segundo o major, já são 12 anos de atuação na campanha e oito anos dedicados a um pedido considerado essencial para salvar vidas: a conquista de três unidades móveis de hemocentro para atender as regiões de Rio Preto e Ribeirão Preto.

A mobilização ganhou força dentro do Hemocentro de Rio Preto, onde foram protocolados documentos oficiais solicitando apoio ao projeto. O pedido, feito em forma de oração em um vídeo no Instagram, inclui um apelo para que a proposta chegue ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

De acordo com Major Anderson, as unidades móveis representam muito mais do que veículos. A proposta busca ampliar o acesso da população à doação de sangue, aumentar o número de bolsas coletadas e facilitar o cadastro de novos doadores de medula óssea, principalmente em cidades e regiões mais afastadas.

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“Uma unidade móvel não é apenas um ônibus. Ela representa acesso. Representa mais bolsas de sangue. Mais cadastros de medula. Mais vidas alcançadas. Mais pessoas salvas antes que seja tarde. Enquanto muitos esperam ajuda, nós decidimos agir”, afirmou o major em publicação da campanha nas redes sociais.

A estimativa é que com o “hemocentro móvel”, mais de 3 mil coletas sejam feitas por mês.

A iniciativa também convoca a população a compartilhar a mensagem e mobilizar lideranças locais para fortalecer o pedido. “Uma assinatura iniciou esse projeto. Milhares de pessoas podem fazer ele acontecer”, destacou a campanha.

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