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Segundo suspeito de executar família de Olímpia é preso, mas nega o crime

Homem estava escondido em Pedranópolis

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Foto: Fernanda Cipriano/ A Cidade Votuporanga
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A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Votuporanga prendeu o segundo suspeito de ter executado Anderson Givaldo Marinho e sua família, no dia 28 de dezembro, em um canavial da cidade. O homem de 39 anos foi preso ontem (28/1), durante o cumprimento de mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Votuporanga.

Ele foi encontrado em uma casa, na área rural de Pedranópolis, cidade localizada entre Fernandópolis e Votuporanga. Segundo a DIG, o suspeito tinha planos de fugir para Minas Gerais.

Com ele foi apreendido um aparelho celular, que passará por perícia. O objetivo é encontrar conversas, fotos e indícios que o liguem ao assassinato de Anderson e a família.

De acordo com a DIG, ele foi interrogado e negou o crime. A motivação e a dinâmica do triplo homicídio ainda não foi esclarecida. Outro suspeito, de 24 anos, está preso na cadeia de Catanduva, para onde o homem foi encaminhado.

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A Polícia Civil trabalha para descobrir quem é o mandante e prender um quarto suspeito envolvido, que estaria de “saidinha” no dia do crime.

O CRIME
Anderson Givaldo Marinho (35), Mirele Regina Beraldo Tofaneli (32) e a filha do casal, Isabely, de apenas 15 anos, foram mortos a tiros. Eles saíram de Olímpia na tarde de 28 de dezembro com destino a São José do Rio Preto, para comemorar o aniversário de Mirele, que fazia aniversário naquela data, mas não deram mais sinais para a família.

O carro de Anderson chegou a ser fotografado por um radar na rodovia de Mirassol. No dia 31/12, um dos celulares das vítimas voltou a dar sinal em Votuporanga. Os familiares distribuíram cartazes pela cidade.

Uma pessoa que passava pelo canavial encontrou o carro de Anderson com marcas de tiros e os corpos dos três.

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Anderson foi alvejado com sete disparos de arma de fogo e teria sido o primeiro a morrer. Mirele morreu com 13 tiros. Isabely foi encontrada morta escondida no banco traseiro. O corpo dela estava ferido com quatro perfurações.

De acordo com a polícia, Anderson marcou com um “contato” no local para entregar drogas, mas caiu em uma emboscada. Ele havia sido preso em 2017 por tráfico de drogas.

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