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Vereador pede estudo para que Prefeitura distribua Mounjaro na rede pública

Proposta apresentada por Bruno Marinho prevê oferta do remédio a pacientes na fila da cirurgia bariátrica e em situação de vulnerabilidade social

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Divulgação/TV Câmara
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O vereador Bruno Marinho (PRD) apresentou um requerimento na Câmara de Rio Preto solicitando que a Prefeitura realize estudos para disponibilizar, na rede municipal de saúde, o medicamento Tirzepatida, conhecido como Mounjaro, indicado para tratamento da obesidade. A solicitação foi encaminhada ao prefeito Fábio Candido (PL).

De acordo com o documento, a proposta é que o medicamento seja fornecido gratuitamente a pacientes obesos cadastrados na rede municipal de saúde, em situação de vulnerabilidade social e que estejam na fila de espera para cirurgia bariátrica.

Na justificativa, o vereador afirma que o gabinete tem recebido diversas solicitações de pacientes que aguardam o procedimento cirúrgico e enfrentam problemas de saúde associados ao excesso de peso.

“Recebemos em nosso gabinete vários pedidos para que seja disponibilizada a medicação a pacientes obesos e com problemas de saúde que estão na fila de espera para cirurgia bariátrica e que já são acompanhados por profissionais da rede municipal”, afirma o parlamentar no requerimento.

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Segundo a proposta, o medicamento poderia ser disponibilizado para pacientes que atendam a critérios clínicos específicos. Entre eles estão pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 35 kg/m² associado a pelo menos uma comorbidade relevante, ou IMC igual ou superior a 30 kg/m² associado a duas ou mais comorbidades.

O requerimento também prevê que os pacientes tenham idade igual ou superior a 40 anos e que a indicação do tratamento seja feita pelo profissional de saúde responsável pelo acompanhamento médico na rede municipal.

Para o vereador, a medida pode ajudar no tratamento de pessoas com obesidade grave enquanto aguardam o procedimento cirúrgico. “Requeiro que o pedido seja atendido em prol de um tratamento eficaz e gratuito a pacientes com obesidade e na fila de espera para realização de cirurgia bariátrica”, afirma Marinho.

A solicitação pede que o Executivo avalie a viabilidade da medida por meio de estudos técnicos antes de eventual implementação do programa na rede pública de saúde.

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