Política
Gestor da Santa Casa fala na Câmara sobre convênio com Rio Preto
Willian Vieira Leme deve usar a tribuna da Câmara de Casa Branca, nesta terça-feira (19), para falar sobre acordo anulado pela Prefeitura de Rio Preto
O gestor da Santa Casa de Misericórdia de Casa Branca, Willian Vieira Leme, estará na Câmara Municipal de Casa Branca nesta terça-feira (19), às 19h15, para prestar esclarecimentos sobre o convênio firmado entre a entidade e a Prefeitura de Rio Preto.
A presença ocorre após duas convocações feitas pelo Legislativo municipal em meio à repercussão do acordo posteriormente anulado pela administração rio-pretense.
Segundo apurou a reportagem do Portal da Cidade Casa Branca, Willian deverá utilizar a tribuna com direito à palavra livre. O formato previsto, porém, não deve permitir questionamentos diretos de vereadores nem participação do público presente.
A ida do gestor ao Legislativo acontece em um momento de pressão política e jurídica envolvendo o convênio firmado entre a Santa Casa e a Prefeitura de Rio Preto. O caso ganhou repercussão após a administração municipal de Rio Preto determinar a anulação do acordo e exigir a devolução dos valores já transferidos à entidade, estimados em aproximadamente R$ 4,7 milhões.
Nos últimos dias, a Prefeitura de Rio Preto informou que a Santa Casa comunicou inicialmente a devolução de R$ 850 mil. O restante dos recursos, segundo a Prefeitura, deverá ser restituído gradualmente, conforme fornecedores contratados pela instituição realizem os respectivos estornos.
O prazo estabelecido pela Procuradoria-Geral do Município para devolução dos valores termina nesta quarta-feira (20).
A expectativa é de que o gestor apresente a versão da entidade sobre a celebração do convênio, a utilização dos recursos e os procedimentos adotados após a decisão de anulação do contrato.
O caso vem sendo acompanhado por vereadores de Casa Branca e de Rio Preto, principalmente diante das dúvidas envolvendo os critérios do convênio, a destinação dos recursos públicos e a responsabilização sobre os pagamentos realizados.
Mesmo com a expectativa por esclarecimentos, a tendência é que a manifestação tenha caráter exclusivamente expositivo, sem abertura para debate ou perguntas durante a sessão.
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