Cidades
Centrais sindicais organizam paralisação nesta sexta-feira, dia 14, em Rio Preto
Os atos são contra a Reforma da Previdência. Agências bancárias e escolas públicas devem aderir ao ato
A greve mobilizada pelas centrais sindicais deverá afetar o funcionamento de agências bancárias e haverá interrupção de aulas em instituições de ensino, em Rio Preto. O transporte público não deverá ser afetado. O ato, que será realizado nesta sexta-feira, dia 14, é contra a reforma da Previdência, proposta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) e que está em análise pelo Congresso, contra o contingenciamento de gastos em instituições públicas de ensino e por mais geração de empregos.
Segundo a programação divulgada pelas centrais sindicais, a partir das 6h, manifestantes irão se reunir na rua Pedro Amaral, em Rio Preto. A partir das 8h, tem início uma caminhada pelas ruas do centro do município e o grupo volta a se concentrar às 9h, em frente ao prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na avenida Bady Bassitt.
Após o ato, manifestantes vão seguir até a frente de agências bancárias. “Vamos para portas dos bancos tentar fazer uma paralisação. Se não conseguirmos realizar o fechamento das agências o dia todo, vamos tentar paralisar pelo menos duas horas. Greve geral infelizmente acreditamos que não vai acontecer, mas paralizações deverá ocorrer em algumas agências”, afirma o presidente do sindicato dos bancários, Aparecido Donizeti Roveroni. Quem tem contas a pagar ou precisa ir ao banco deve se programar ou buscar alternativas online.
Já o Sindicato dos Motoristas de Rio Preto afirmou que pretende realizar manifestações, mas sem interrupção do transporte coletivo. “Vamos sim participar do movimento, mas não vamos fechar o terminal ou suspender o transporte coletivo. Iremos nos concentrar às 7h ao lado do terminal e convidar a população para aderir ao ato. Não vamos fazer bloqueios”, afirma Daniel Rodrigues.
Os cortes na educação é também uma das pautas da greve geral, por isso algumas escolas públicas e municipais poderão aderir às paralisações. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), por meio de boletins informativos, orientou aos docentes para aderirem ao movimento.
Já o Sindicato dos Professores de Rio Preto (Sinpro), por meio das redes sociais, convocou os docentes para a paralização. No mês de maio, estudantes e professores realizaram dois atos contra os contingenciamentos na educação. As universidades e faculdades particulares e públicas de Rio Preto também poderão aderir à paralização.
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