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Boa saúde reduz risco de complicações da dengue, alerta médica

Em Rio Preto, de janeiro até o dia 26 de março deste ano, foram confirmados 1.613 casos da doença

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Imagem ilustrativa reproduzida com IA

Manter hábitos saudáveis pode influenciar a forma como o organismo enfrenta a dengue, aponta a infectologista Dra. Giovana Pena Ferraz. Embora alimentação, hidratação e sono adequados não previnam a infecção, eles fortalecem o sistema imunológico e ajudam na recuperação da doença.

“Do ponto de vista da infectologia, um corpo bem cuidado responde melhor à dengue. Alimentação adequada, boa hidratação e sono de qualidade fortalecem o sistema imunológico e ajudam o organismo a lidar com a infecção”, afirma a médica.

Em Rio Preto, de janeiro até o dia 26 de março deste ano, foram confirmados 1.613 casos da doença; 718 estão em investigação, e 1.475 foram descartados. No ano passado, o município enfrentou uma epidemia, e a cidade registrou 41 óbitos.

Dra. Giovana explica que, como não existe tratamento antiviral específico para a dengue, a capacidade de resposta do próprio corpo é determinante. “O tratamento da dengue é basicamente de suporte. Quando o paciente chega mais fortalecido, o risco de complicações pode ser menor e a recuperação tende a ser mais rápida.”

A especialista reforça que os cuidados devem começar antes mesmo da infecção. “Cuidar do corpo previamente não evita a picada do mosquito, mas prepara o organismo para enfrentar melhor a doença caso ela aconteça”, ressalta.

Apesar do estado físico saudável, a infectologista alerta para os sintomas da dengue, que exigem atenção médica imediata: febre alta, dores no corpo, dor atrás dos olhos e cansaço intenso. “A automedicação pode agravar o quadro”, alerta.

Dra. Giovana também lembra que prevenção e informação caminham juntas. “Eliminar focos do mosquito, usar repelente e manter hábitos saudáveis é uma combinação essencial. Do ponto de vista da infectologia, isso salva vidas”, finaliza.

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