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Conjuntura Econômica 2019 destaca Rio Preto entre as 10 cidades do Estado com maior potencial de consumo

Com economia diversificada classes B e C representam 82% dos rio-pretenses

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A Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria de Planejamento, apresentou nesta sexta-feira, dia 30, a Conjuntura Econômica 2019. O documento é elaborado todos os anos está em sua 34ª edição. Ele apresenta dados econômicos, demográficos e sociais do município, retratando a dinâmica econômica local. Além de contribuir para pesquisa de informações, a Conjuntura Econômica faz o mapeamento anual do avanço dos índices sociais e econômicos, servindo como fonte de pesquisa histórica da cidade, permitindo tomada de decisões importantes.

A apresentação foi feita pelo secretário de Planejamento, Israel Cestari, que destacou a segunda colocação de Rio Preto, referente ao ano passado, no Índice de Governança Municipal – IGM-CFA, lançado em novembro de 2016 pelo Conselho Federal de Administração. “Os índices de Rio Preto, na grande maioria dos casos, superam os nacionais. A cidade tem uma economia forte e a Prefeitura trabalha em conjunto”, disse Israel Cestari.

Outro dado importante foi o crescimento populacional da cidade. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que Rio Preto deve atingir neste ano 460.671 habitantes, contra 456.245 na projeção divulgada no ano passado, diferença de 4.426 pessoas, o que representa um crescimento de 0.97%.

Na educação o destaque vai para o crescimento de alunos matriculados na rede municipal de ensino. Em 2015 eram 37.592 alunos na rede. Em 2018 foram 40.680 alunos, sendo 21.041 somente no ensino fundamental.

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A Conjuntura Econômica também revela que a Prefeitura investe muito mais do que os 15% previstos pela Constituição Federal. Eram 23,6% do orçamento em 2015 contra 25,1% no ano passado. Em 2018 a administração municipal gastou R$ 843,28 por habitante na área da saúde.

Mesmo com a economia nacional estagnada Rio Preto aumentou o total de empresas instaladas na cidade. Em 2013 eram 60.421 distribuídas nos segmentos de serviços, agribusiness, indústria e comércio. No ano passado o número aumentou para 84.502 empresa na cidade.

Dois índices chamam atenção positivamente na Conjuntura recém-apresentada. Rio Preto aparece na 10ª posição no ranking estadual das cidades com alto poder de consumo. No ranking nacional é a 34ª colocada.

Outro dado interessante é que as classes B e C representam 82% dos rio-pretenses. São 50.266 domicílios classificados na faixa de renda da classe B e 83.270 na C, respectivamente 30,9% e 51,1%.

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Para Israel Cestari o grande desafio enfrentado no momento é a questão da mobilidade urbana. “Temos problemas no setor de transportes e que estamos trabalhando nisso. No ano que vem a cidade vai estar com uma mobilidade muito melhor. Todo cidadão vai poder transitar pela cidade, com acessibilidade, se movimentar como uma maneira mais fácil”, diz.

O prefeito Edinho Araújo destacou a força da cidade mesmo diante das crises que passa o país. “Temos aspectos singulares como nossa posição geográfica no Estado e no Brasil. Nossa economia diversificada nos permite ter mais força para resistir a recessão e uma economia que às vezes anda de lado”, lembrou Edinho.

 

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