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Menino de 2 anos picado por escorpião tem alta hospitalar do HCM

A criança estava internada na UTI desde o último domingo, 22/3, após dar entrada em estado grave

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O menino L.R.F.G.N., 2 anos, picado por um escorpião em Rio Preto, apresentou importante melhora no quadro clínico e, na tarde deste domingo (29/3), teve alta do Hospital da Criança e Maternidade (HCM).

A criança estava internada na UTI desde o último domingo (22), após dar entrada em estado grave. Logo na admissão, foi necessário atendimento intensivo e imediato, com atuação integrada da equipe multidisciplinar para estabilização do quadro.

“Quando ele chegou estava bem grave, com bastante comprometimento cardíaco, com risco de não sobreviver”, afirma a médica intensivista pediátrica Dra. Marina Catuta, vice-diretora administrativa do HCM.

A evolução clínica é considerada bastante positiva pela equipe assistencial. A resposta ao tratamento evidencia a agilidade no atendimento e a expertise das equipes do HCM, referência em casos de alta complexidade pediátrica, especialmente em situações de envenenamento por animais peçonhentos.

Crianças, idosos e pessoas com comorbidades são mais propensos a desenvolver quadros graves após picadas de escorpião. Os sintomas podem incluir dor intensa, formigamento, sudorese, náuseas e, nos casos mais severos, alterações cardíacas e respiratórias.

Os escorpiões costumam se esconder em locais escuros e úmidos, como frestas de paredes, pilhas de madeira, roupas e calçados deixados no chão, além de caixas de gordura e ralos. O contato acidental é a principal causa das ocorrências.

Para prevenir acidentes, especialistas orientam manter quintais e terrenos limpos, evitar o acúmulo de lixo e entulho, vedar frestas em paredes e rodapés, instalar telas em ralos e janelas e sacudir roupas, toalhas e calçados antes do uso. O controle de baratas, principal alimento do escorpião, também é essencial.

Em caso de picada, a recomendação é buscar atendimento médico imediato e evitar práticas caseiras, como torniquetes, cortes ou aplicação de substâncias no local. O tratamento adequado depende de avaliação clínica e, quando indicado, da administração do soro antiescorpiônico, disponível nas unidades do Complexo Funfarme (HB e HCM) e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Jaguaré e Norte.

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