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Ônibus fretado por aplicativo é barrado em fiscalização e passageira processa empresa

Veículo estava com os pneus carecas e documentação irregular

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Uma empresa de transporte por aplicativo, especializada em viagens de ônibus, está sendo processada por uma moradora de Cedral após o veículo contratado pela plataforma ser impedido de seguir trajeto por estar com a documentação irregular e com os pneus carecas.

A agenciadora é conhecida por oferecer passagens mais baratas que as empresas tradicionais de transporte rodoviário.

Segundo informações do processo (protocolado no início deste mês), a analista de sistemas pretendia visitar a família em São Paulo e comprou passagem para o dia 30 de outubro em ônibus semi-leito.

O embarque estava marcado para as 19h30 em Rio Preto e atrasou 45 minutos.

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Durante uma parada na rodoviária de Catanduva, o ônibus foi alvo de fiscalização.

Todos os passageiros tiveram que desembarcar e, logo depois, foram informados de que o veículo não poderia seguir viagem.

A plataforma foi comunicada e, a título de emergência, fretou um ônibus da Cometa para realizar o transporte. Porém, de acordo com a ação, o veículo só chegou 23h50 e era “convencional”, sem a estrutura de conforto das poltronas que permite ao passageiro reclinar o banco para deitar.

Em razão da falha na prestação do serviço, a cliente pede indenização no valor de R$ 10 mil a título de danos morais.

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Apesar de ainda não ter sido citada, a plataforma já se manifestou no processo pedindo a habilitação dos advogados que a representa.

 

*Nota à Gazeta de Rio Preto*

Maior plataforma brasileira de intermediação de viagens de ônibus, a Buser esclarece que o processo em questão segue em tramitação, sem julgamento do mérito. A Buser ressalta que o veículo apreendido pela Artesp tinha todas as licenças necessárias para fazer o trajeto em questão, bem como bom estado de conservação – assim como toda a frota que utiliza a Buser, plataforma que está democratizando o setor de transporte rodoviário por meio da inovação. Informamos ainda que a passageira, que abriu o processo devido à alteração na categoria do ônibus/tipo de poltrona, já foi ressarcida da diferença entre o valor pago e o que foi entregue na hora de continuar a viagem. A Buser reforça que seu modelo de negócio é legal, justo e necessário para o avanço da mobilidade no País, não havendo justificativa para apreensões como essa.

Assessoria de Imprensa da Buser

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