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‘É pouco crível que seja algum colega dele’, afirma assessor de vereador sobre atentado

Vereador Bruno Moura (PSDB) teve a casa alvejada por quatro tiros, na noite de ontem (10), em Rio Preto

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O assessor jurídico do vereador Bruno Moura (PSDB), Pedro Henrique Quintino, afirmou nesta sexta-feira (11), durante uma coletiva de imprensa, que não acredita que o atentado sofrido pelo vereador e sua família tenha vindo de outros parlamentares da Câmara.

“É pouco crível que tenha sido algum colega dele, menos ainda do partido que ele pertence, mesmo estando suspenso”, disse.

Na noite de ontem (10), o vereador teve a casa alvejada por quatro disparos de arma de fogo. O crime aconteceu por volta das 23h44, no bairro Luz da Esperança, 30 minutos após Moura chegar em casa. Antes de chegar na residência, ele estava com o assessor conversando sobre assuntos em torno do enterro de um amigo.

A Polícia Civil investiga o caso e, por enquanto, não há suspeitos do crime. De acordo com o boletim de ocorrência, vizinhos relataram que ouviram o barulho de uma moto passando em frente ao imóvel e, em seguida, os disparos. Nenhum circuito externo de segurança foi encontrado.

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Recentemente, Moura teve embates calorosos durante as sessões da Câmara com os vereadores João Paulo Rillo (Psol) e Renato Pupo (PSDB), mas seu assessor afirmou confiar na seriedade dos parlamentares.

“Os debates acontecem e terminam ali. Não acredito que tenha acontecido por essas divergências, eles têm essa maturidade”, explica.

“Pode ser que tenha sido um movimento político por ele ser um vereador, mas de qual lado político? Não sabemos onde estamos pisando, os discursos políticos divergentes existem, mas não é nada justificável, a democracia permite que a gente divirja, mas não permite que essas divergências invadam nossa vida pessoal. Tudo isso o que aconteceu saiu fora da política”.

No momento, o vereador e sua família estão reclusos. Na segunda-feira (14), Mouro deverá comparecer à Câmara. 

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Investigação  

Quentino afirmou ainda que as investigações sobre o caso poderão ser encaminhadas ao 3º Distrito Policial, delegacia coordenada por Renato Pupo, que também é delegado. Sobre as divergências entre os parlamentares, o assessor de Moura afirmou ainda que está tranquilo e acredita que o trabalho será imparcial.  

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