Política
Pinga-Fogo Gazeta de Rio Preto: confira como pensa cada candidato
A primeira entrevista da série é com o vereador Bruno Moura (PL), candidato a deputado estadual
A partir desta semana, o jornal Gazeta de Rio Preto dá início à seção Pinga-Fogo, abrindo espaço para que os candidatos revelem como pensam sobre temas importantes para a cidade e o país.
A primeira entrevista da série é com o vereador Bruno Moura (PL), candidato a deputado estadual.
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Câmera no uniforme da polícia? A favor
Voto impresso: contra ou a favor? Contra
Redução da maioridade penal? A favor
Anistia total para os condenados do 8 de janeiro? A favor
É a favor da descriminalização do porte de maconha? Contra
Fim da reeleição de políticos? Contra
Revitalização da Avenida Murchid Homsi? A favor
Smart City? A favor
Colégio cívico-militar? A favor
Educação em período integral? A favor
Algo que se orgulha de ter feito na política?
Eu me orgulho de ter conseguido fugir da velha politicagem e usar o mandato para defender gente que muitas vezes não tem voz.
Antes de ser vereador, eu já estava na comunidade, na capoeira, nos projetos sociais, convivendo com as famílias. Quando entrei na política, não queria perder essa essência. Queria levar esses problemas para dentro da Câmara e tentar resolver.
Isso virou lei, emenda, projeto e defesa de trabalhador. Esse é o meu maior resultado, mostrar que política pode ser sobre a vida real das pessoas.
É isso que eu quero levar para o Estado também, uma política mais próxima de quem trabalha, de quem luta e de quem muitas vezes não consegue ser ouvido.
Algo importante que político local ainda não fez por Rio Preto?
Acho que falta Rio Preto assumir de vez o papel de liderança que ela já tem na região.
A gente é referência em saúde, comércio, serviços, educação, agronegócio. Mas ainda falta transformar essa força em representação política e articulação regional.
Eu quero ajudar a construir uma frente de verdade entre Rio Preto e as cidades da região para levar ao Governo do Estado as nossas principais demandas e cobrar soluções. Não cada cidade pedindo uma coisa isoladamente, mas a região falando com uma só voz.
Porque tem problema que não é de Rio Preto ou de Mirassol, de Catanduva ou de Votuporanga. É problema regional.
Eu quero que Rio Preto deixe de ser apenas uma cidade que pede ajuda ao Estado e passe a ser uma cidade que lidera, articula e cobra o Estado pelo desenvolvimento de toda a nossa região.
Esse é um papel que, na minha visão, ainda não foi ocupado de verdade.
Quais suas principais bandeiras, caso eleito?
A primeira é o esporte como ferramenta de inclusão social. Eu vivi isso na minha própria vida e vi acontecer com centenas de crianças e jovens nos projetos sociais. Quero levar essa experiência para o Estado e ampliar as oportunidades através do esporte.
Também quero defender educação profissional e oportunidade para os jovens, porque não adianta falar em futuro se a gente não prepara quem está começando agora.
Outra bandeira muito importante é a inclusão, principalmente de crianças autistas, pessoas com deficiência e famílias que precisam de apoio.
E quero defender quem trabalha: o pequeno empreendedor, o trabalhador por aplicativo, o produtor rural, quem acorda cedo e faz a economia girar.
No fim, todas essas bandeiras têm uma mesma direção: dar oportunidade para quem quer mudar de vida.
É essa experiência da quebrada, do esporte, dos projetos sociais e do mandato que eu quero levar para uma atuação estadual.
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