Cidades
Rio-pretense perde mais de R$ 19 mil em golpe feito por ‘amigo’
Outra vítima foi enganada pela artimanha que começa com uma ‘simples’ mensagem de texto via SMS no celular
Golpistas seguem faturando alto em Rio Preto. Nesta segunda-feira (14) foram registrados pelo menos mais dois boletins de ocorrência de estelionato em que os criminosos saíram com enorme lucro e as vítimas, claro, com imenso prejuízo. Um dos casos ocorreu com um morador do Jardim Yolanda, de 54 anos.
Ele declarou na Central de Flagrantes que “conhece o responsável pelo crime há mais de 20 anos e que na data de 15 de março de 2023, ele disse a vítima que era diretor de controladoria de uma empresa de plano de saúde e que havia uma proposta vantajosa para fazer a ele. Em razão da empresa comprar hospitais ‘fechados’ e que não interessava os objetos que estavam no local, mandava tudo para leilões, vendendo mobiliário, aparelhos de ar condicionado, veículos, televisores, tudo a preços muito abaixo do mercado. Mas os interessados deveriam adquirir o lote fechado com tudo o que estava à venda”.
Diante disso, o amigo, 36 anos, alegou-lhe “que era necessário o pagamento de valores para adquirir o lote inteiro via transferência por Pix. A conta enviada foi a própria conta do suspeito. Acreditando nas alegações, foi levado ao erro e fez várias transferências, que totalizaram R$ 19,3 mil. Posteriormente não recebeu nenhuma nota fiscal e as respostas as cobranças eram apenas evasivas, de que a culpa era da administração da empresa que não liberava e não entregava os produtos vendidos”.
‘Orientações’
A outra vítima, que teve prejuízo menor, mas ainda assim alto, é residente no Loteamento Recanto do Lago. A mulher de 63 anos registrou queixa na delegacia e contou que “recebeu uma mensagem de texto via SMS no celular, na qual dizia que o empréstimo no valor de R$ 6,4 mil fora solicitado com sucesso e em caso de dúvida era necessário entrar em contato com a Central de Atendimento em um telefone 0800…”.
Ela ligou imediatamente para o referido número e foi atendida por uma mulher, que lhe informou “ser funcionária do banco e que provavelmente o celular dela havia sido clonado. Por isso, era necessário o bloqueio da conta bancária”. A estelionatária foi passando ‘orientações’ – que seriam para o bloqueio da conta – que ela não percebeu e na verdade a levaram ao erro, transferindo R$ 6.754,43 mil para uma conta de pessoa física (nome masculino).
Nos dois casos, as vítimas foram orientadas quanto ao prazo de seis meses a que têm direito em representar criminalmente (processar) contra os envolvidos. Neste segundo, o período só passa a contar quando eles forem devidamente identificados. As queixas terminaram encaminhadas às delegacias referentes às áreas dos fatos, onde serão alvo de investigações.
-
Cidades1 diaBaep recupera carga roubada e suspeito morre em confronto na região
-
Cidades1 diaVizinho é preso suspeito de estuprar menina de 8 anos em Rio Preto
-
Cidades1 diaFrente fria derruba temperaturas e traz chuva para Rio Preto nesta semana
-
Cidades11 horasMãe vê pulseira de ouro furtada em foto de amigo da filha
