Cidades
Em Rio Preto, após ‘sumir’ e reaparecer, homem afirma ter sido roubado
De acordo com o boletim de ocorrência, caso vai ser investigado pela polícia
Um caso de desaparecimento e roubo chamou atenção no plantão policial de Rio Preto nesta terça-feira (24). De acordo com informações do registro policial, um homem de 42 anos (eletricista) saiu de casa, foi assaltado e não retornou. A esposa relatou na delegacia o desaparecimento e dias depois, a vítima, alegou ter usado entorpecentes e ter sido roubado por dois desconhecidos. Detalhe é que a mulher garantiu que “ele não fazia uso de nenhum tido de substâncias químicas”.
Na último sábado (21), a companheira, de 42 anos, relatou na Central de Flagrantes “que o marido saiu do trabalho no dia anterior, foi cortar o cabelo, não deu notícias e não retornou para casa até então”. Segundo ela, “estava conversando com ele ao telefone por volta de 19h15, e ouviu uma pessoa dizer ‘não olha, coloca a arma na cabeça dele, vai morrer’. O marido não faz uso de nenhuma droga e parou de beber há 2 anos, sem nunca ter dormido fora de casa em 20 anos”.
Acrescentou que “ele saiu de casa para o trabalho como de costume e que não aconteceu nada fora do normal que pudesse fazer com que não retornasse”.
Apareceu
Nesta terça-feira, a vítima esteve na delegacia e informou que “a esposa comunicou o desaparecimento dele. Saiu de casa por vontade própria e que na ‘época’ estava usando entorpecentes. Na mesma noite, quando consumia drogas em uma praça no bairro Jardim Paulista, acabou sendo abordado por dois homens. Mas, recorda-se pouca coisa em virtude de estar sob efeito de drogas e álcool”.
Seguiu o depoimento afirmando que “tem na memória apenas que os dois estranhos lhe renderam e roubaram o celular. Não se lembra se estavam armados, apenas que queriam a senha do aplicativo do banco, mas como não conseguiu passar, optaram por levar apenas o aparelho. Voltou para casa no dia seguinte e não tem condições de reconhecer os criminosos”.
A documentação terminou enviada para o distrito policial correspondente a área dos fatos, onde o caso será alvo de investigações por parte da Polícia Civil. O eletricista foi orientado quanto ao prazo de seis meses que tem direito a processar os suspeitos, prazo que só passa a valer quando (e se) eles forem identificados.
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