Cidades
Estelionatário tenta se passar por promotor de justiça em Rio Preto
O caso aconteceu na tarde desta quarta-feira, dia 6, e será investigado pela Polícia Civil. O promotor soube da ação e pediu para a Polícia Militar ser acionada
A Polícia Civil de Rio Preto irá investigar um caso de estelionato onde um golpista tentou se passar por um promotor de justiça. A proprietária de uma lotérica percebeu a ação fraudulenta e comunicou o Ministério Público. Ao tomar conhecimento do caso, o promotor pediu para acionar da Polícia Militar. Um boletim de ocorrência foi registrado na Central de Flagrantes na noite desta quarta-feira, dia 5.
De acordo com o boletim de ocorrência, uma funcionária de uma lotérica recebeu um telefonema onde o golpista tinha se identificado como promotor de justiça. O estelionatário questionou se o estabelecimento recebia boletos, já que o atendimento on-line que ele estava usando apresentava instabilidade.
A funcionária disse que sim e no dia seguinte, um mototaxista foi até a lotérica para pagar boletos e descontar cheques. A funcionária comunicou a proprietária do estabelecimento que estranhou a ação e procurou o Ministério Público.
O promotor de justiça Marcos Leis foi comunicado sobre a situação e pediu para que a Polícia Militar fosse acionada imediatamente. Uma viatura foi até a lotérica e localizou o mototaxista. Ao ser questionado o profissional afirmou que ele e outro colega de trabalho foram procurados por um homem que se apresentou como funcionário do MP e estava ali a pedido do promotor
O desconhecido pediu para que cada um seguisse até uma lotérica e fizesse o pagamento dos boletos bancários e quando o trabalho fosse concluído era para entrar em contato através de um número de celular fornecido pelo contratante.
Na presença dos policiais, o mototaxista ligou para o telefone fornecido e o estelionatário, que se passava pelo promotor, afirmou que estava fora da cidade de iria entrar em contato quando retornasse. O caso foi registrado como estelionato e será investigado. Todos os boletos e contatos foram fornecidos a Polícia Civil para ajudar nas investigações.
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