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O gol mais bonito do Brasil

Jéssica de Lima, que é meio-campista da equipe feminina do Jacaré, fez o gol mais bonito do Campeonato Brasileiro

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Que o futebol feminino de Rio Preto é um dos melhores do Brasil, não há dúvidas. Títulos nacionais, regionais e estaduais, além de jogadoras que saem daqui para brilhar na Seleção. Tudo isso faz com que a cada dia a equipe de futebol feminino do Rio Preto seja uma das conhecidas do país. E no elenco deste grande time há quase 18 anos, com idas e vindas, a meio-campista Jéssica de Lima é presença garantida nas partidas do Jacaré.

Neste ano, além do título paulista e do vice-campeonato brasileiro, ela pôde comemorar uma vitória pessoal, ter marcado o gol mais bonito do Campeonato Brasileiro, que segundo a atleta complementou o seu ano vitorioso.

“É muito bom ter esse reconhecimento de ter feito o gol mais bonito do Campeonato. Muito legal por todo o meu trabalho e além de bonito, ter feito ele na final, em um jogo importante”. O gol foi marcado no primeiro jogo da final do Brasileirão contra o Flamengo, no dia 17 de maio, no Rio de Janeiro. Ela bateu de fora da área, encobrindo a goleira do Flamengo, fazendo um golaço para o Rio Preto.  A atleta viajou para Manaus, aonde receberá premiação da CBF, neste fim de semana.

Como é uma das líderes da equipe rio-pretense, ela ajuda e dá dicas dentro e fora do campo para as jovens jogadoras que chegam ao Rio Preto. E com 35 anos, a jogadora se sente feliz e realizada profissionalmente. “Vejo que tenho o reconhecimento das meninas do time e tento passar toda minha experiência aqui do Rio Preto, são muitos anos, e então posso ajudar elas. Também me sinto muito feliz de chegar com 35 anos jogando em alto nível, podendo colocar o time do Rio Preto entre os melhores do país”.

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Além de ser jogadora do Rio Preto, Jéssica é professora de escolinha de futebol para meninas da cidade e fala sobre como é ser uma profissional que ajuda no crescimento do esporte. “É até um pouco engraçado, por que sou uma professora com personalidade muito forte e cobro muito delas para que não só cresçam como jogadoras, mas também como mulheres. A modalidade ainda tem muito a crescer no Brasil”. (Colaborou Leo Roveroni)

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