Saúde
Saúde descarta morte de jovem por febre amarela em Rio Preto
Beatriz Serafim Leme Pagnossi tinha 20 anos e morava em Fernandópolis
As secretarias de Saúde de Rio Preto e Fernandópolis descartaram a morte da jovem Beatriz Serafim Leme Pagnossi, de 20 anos, por febre amarela.
Beatriz morava em Fernandópolis e morreu ontem (27) após ficar dias internada no Hospital de Base de Rio Preto. De acordo com informações de familiares e amigos, ela foi diagnosticada com Covid-19, mas teve complicações no fígado e no pulmão. O corpo dela já foi enterrado no cemitério da cidade.
Boatos de que a jovem teria morrido vítima de febre amarela começaram a se espalhar pela internet. No entanto, a suspeita foi descartada.
De acordo com a Secretaria de Saúde de Rio Preto, a morte da vítima segue em investigação, mas não pela doença:
“O óbito está sendo investigado pelo Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) por outras causas (não Febre Amarela). Como se trata se residente de outro município, o óbito é registrado para a cidade de residência.” A pasta também informou que não há óbitos pela doença no município.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Fernandópolis também descartou a hipótese de leishmaniose, leptospirose e dengue. Confira a nota da pasta abaixo:
“Uma jovem fernandopolense veio a óbito no HB de São José do Rio Preto. Algumas pessoas estão divulgando que ela estava com febre Amarela, mas NÃO há nenhuma confirmação da doença. A Vigilância Epidemiológica do município informa que os motivos do óbito ainda estão sendo investigados, porém segundo informações do Hospital de Base de São José do Rio Preto em nenhum momento foi levantada a possibilidade dela estar com Febre Amarela. Os resultados dos exames mostram que foi descartada a possibilidade de ser leishmaniose, leptospirose e dengue. O posicionamento do SVO (Serviço de Verificação de Óbito) está sendo aguardado para comprovar as causas do seu falecimento.”
Febre Amarela
Segundo informações do Governo do Estado de São Paulo, O Brasil não tem casos de febre amarela urbana desde 1942, mas a versão silvestre pode, por acidente, afetar pessoas que moram perto de florestas e matas, ou que as frequentam. Foi o que aconteceu nos últimos surtos silvestres em São Paulo, entre 2016 e 2019.
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