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Edinho veta parte do reajuste salarial dos cargos do Executivo

O aumento no salário de prefeito será de 63,7% para o próximo ano

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Divulgação/Pref. de Rio Preto
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O prefeito Edinho Araújo (MDB) vetou parcialmente o Projeto de Lei Complementar que prevê o reajuste salarial para os cargos de prefeito, vice-prefeito e secretários, na tarde desta sexta-feira (7). O documento foi encaminhado à Câmara para análise em plenário.

O texto, de autoria da Mesa Diretora, foi aprovado pelos vereadores e aguardava análise do Executivo. A proposta era de que os reajustes ao salário do prefeito seriam aplicados de forma escalonada durante o próximo mandato, passando de R$ 17,1 mil para R$ 28 mil, já a partir de 1º de janeiro de 2025. Em 2026, chegaria a R$ 31 mil e, em 2027, de R$ 34 mil. O salário do último ano de mandato havia sido fixado em R$ 34.774,64, ou seja, 103% a mais que o atual.

Para o cargo de vice-prefeito, a previsão era de passar de R$ 8,6 mil para R$ 14 mil, no primeiro ano do próximo mandato. Na sequência, os reajustes anuais iriam elevar o salário para R$ 15,5 mil, R$ 17 mil e R$ 17.362,32, em 2026, 2027 e 2028, respectivamente.

Ainda de acordo com a proposta, os secretários municipais, que atualmente recebem R$ 15.210,57, passariam a receber R$ 19,5 mil em 2025, R$ 20,5 mil em 2026 e R$ 22,5 mil em 2027. O mandato que se encerra em 2028 seria regido por um salário de R$ 23,5 mil.

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Segundo comunicado da Prefeitura, o veto foi em relação aos reajustes escalonados previstos para o segundo, terceiro e quarto ano de mandato, ou seja, para os próximos quatro anos, o salário do prefeito ficará fixado em R$ 28 mil, um reajuste de 63,7%. Já o salário do vice-prefeito passará para R$ 14 mil, um aumento de 62,7%, e o dos secretários passará a ser de R$ 19,5 mil, reajuste de 28,2%.

Por meio de nota, o prefeito informou que “de acordo com a análise feita pelas secretarias envolvidas, foi sancionado o item I, correspondente aos valores corrigidos a partir de 2001”. O documento ainda diz que ‘o prefeito sancionou o projeto que prevê valores para quatro anos, vetando os itens II, III e IV que previam o escalonamento de reajustes que iria vigir para os anos de 2026, 2027 e 2028”.

O veto ainda deverá ser discutido pelos vereadores em plenário.

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