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Câmara aprova contas do prefeito Edinho Araújo do ano de 2019

O Tribunal de Contas do Estado deu parecer pela aprovação, mas fez ressalvas que precisam ser corrigidas

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As contas do prefeito Edinho Araújo (MDB) da execução orçamentária de 2019 foram aprovadas pela Câmara na primeira sessão desta terça-feira, 15. Os vereadores acataram parecer favorável à aprovação dada pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

O projeto de decreto legislativo teve votação única e foi encaminhado pela Comissão de Finanças da Câmara. O projeto provocou discussão entre situação e oposição. O Tribunal deu parecer favorável, mas fez aproximadamente 30 apontamentos que devem ser revistos pela Prefeitura. 

Eles indicam que existem deficiências na construção de creche, postos de saúde, metas para eliminar resíduos sólidos e excessivo endividamento da dívida de longo prazo. Pedro Roberto Gomes (Patriota) disse que os dois próximos prefeitos devem pagar praticamente todos os empréstimos realizados pela atual administração. 

Pedro Roberto que, como presidente da sessão não vota, lembrou que os futuros prefeitos não terão como fazer obras caso não haja receita própria, uma vez que não terão como tomar novos empréstimos. O prefeito Edinho Araújo foi autorizado a tomar R$ 300 milhões em empréstimos para fazer investimentos em infraestrutura. 

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Vista

Após os vereadores aprovarem a cessão de imóveis, duas entidades que fazem trabalho social e têm vereadores como voluntários, aprovaram um pedido de vista feita pelo Anderson Branco (PL) para adiar a votação para considerar o Centro Cultural Vasco como entidade e utilidade pública. A vereadora Jéssica (Psol), do Coletivas, disse que a situação é “absurda e escancarada”. 

Se referia a possível retaliação porque o projeto foi proposto pelo vereador João Paulo Rillo (Psol), que está de licença, e foi subscrito por ela. Ela e João Paulo oram votos contrários à concessão de área para o projeto Maquininha do Futuro, criado pelo vereador Bruno Moura (PSDB). A decretação de uma entidade como prestadora de serviços de utilidade pública não tem relação com cessão de área ou imóvel público.

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